Editorial
"Os resultados do
Enem acenderam uma luz amarela para os administradores públicos
e para as autoridades de ensino"
Desafio brasileiro
levantamento que é igualmente
esclarecedor sobre a realidade educacional brasileira e especialmente
sobre o atraso relativo de nosso País na área do
ensino. Dos 7,8 milhões de operários que trabalham
em fábricas no Brasil, 61% ou seja, 4,8 milhões
não têm educação básica
completa e 31% - 2,4 milhões não concluíram
o ensino fundamental. Os números são de um estudo
recente da Confederação Nacional da Indústria
(CNI) e explicam, de maneira evidente, os porquês de alguns
dos entraves ao desenvolvimento do País. São dados
que retratam nosso atraso num item que se tornou básico
para os projetos de crescimento e crucial para diferenciar quem
tem chance de quem não tem.
Os resultados do Enem acenderam uma luz amarela para os administradores
públicos e para as autoridades de ensino. A universalização
do acesso ao ensino, conquista recente da sociedade brasileira,
precisa ser ampliada qualitativamente e precisa, acima de tudo,
desembocar em números igualmente promissores no combate
à evasão e na obtenção de padrões
de eficiência escolar capazes de suportar uma comparação
com a educação praticada em outros países
em desenvolvimento ou desenvolvidos. É aí que entram
os dados do estudo da CNI. Uma das preocupações
obrigatórias de nosso País é com o fato
de que, garantida a universalização das matrículas,
apenas metade das crianças chega à oitava série.
A ausência de qualidade está também evidenciada
pela performance pífia de nosso País na avaliação
mundial de aprendizagem de matemática, por exemplo.
As origens desse panorama escolar brasileiro são conhecidas.
Falta ao País uma tradição escolar, os professores
estão desestimulados por ausência de incentivos
ao crescimento e por políticas salariais inadequadas,
as escolas carecem de estruturas físicas, de material
de ensino e de ferramentas tecnológicas, vigora tolerância
à indisciplina e, finalmente, os controles pedagógicos
estão frouxos ou são contraditórios. Poucas
escolas conseguem vencer com um pano de fundo com essas características.
Mas há, além de todas essas carências, uma
que é decisiva. Num levantamento que inclui 32 países
desenvolvidos e em desenvolvimento, nosso País ficou em
último lugar num critério que não pode ser
desprezado: o do percentual do PIB investido em educação.
Enquanto Israel e Islândia, por exemplo, investem mais
de 8% do PIB em educação, nós investimos
3,9%, pouco mais de metade do que também investem EUA,
Coréia do Sul e Nova Zelândia. Esses dados, que
a imprensa nacional tem divulgado com destaque, podem começar
a apontar as causas de nossa defasagem educacional.
Diante, pois, desses dados e em especial frente à falta
de investimentos verdadeiramente significativos para a monumental
tarefa de revolucionar o ensino brasileiro, o País espera
que o Plano de Desenvolvimento da Educação, anunciado
há um ano, tenha recursos materiais e humanos para enfrentar
esse que já figura como o principal desafio e condição
sine qua non do desenvolvimento.
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Artigo
Segunda-feira
Miro Hildebrando |
Terça-feira
Samantha Buglione |
Quarta-feira
Valdete Daufemback |
|
Quinta-feira
Nilson Borges Filho |
Sexta-feira
Apolinário Ternes |
Sábado
Leonardo Boff |
Domingo
Antônio Ermírio |
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As pequenas [grandes] maldades
Samantha Buglione,
Jurista e professora/buglione@antigona.org.br
A banalidade do mal é uma expressão criada por
Hannah Arendt diante da personalidade de Eichmann. Aos olhos
comuns, Eichmann era o que se poderia chamar de homem bom. Um
bom pai de família, pagador de impostos e cumpridor dos
deveres, porém, criminoso de guerra e nazista. Ele era
responsável pelo envio de judeus para os campos da morte.
Antes da execução da sentença de morte,
disse: Após um curto intervalo, senhores, iremos
nos encontrar novamente. Este é o destino de todos os
homens. Viva a Alemanha, viva a Argentina, viva a Áustria.
Eu não as esquecerei. Frente à convicção
intocável e inabalável de Eichmann, Arendt escreveu:
Era como se naqueles últimos minutos ele estivesse
resumindo a lição que este longo percurso através
da maldade humana nos ensinou a lição da
temerosa banalidade do mal, que desafia palavra e pensamento.
Felizmente, no Brasil não temos campos de concentração
nos moldes nazistas, tampouco atos de brutalidade nesses termos,
mas há pequenas maldades que evidenciam, nas devidas proporções,
a mesma convicção e alienação em
relação ao outro e aos próprios atos. No
caso do Brasil, o que é comum é a colonização
do espaço público com a imposição
de moralidades específicas que, invariavelmente, causarão
mal. Um mal, por certo, igualmente banalizado.
Sobre isso é possível uma lista de exemplos. Casos
de escravidão infantil e adulta, corrupção,
destruição ambiental, mortes em filas de saúde,
mas vou destacar um que ocorreu na cidade de Jundiaí,
próximo a São Paulo.
Por pressão de alguns religiosos locais, a Câmara
de Vereadores aprovou o projeto de lei 9946/08 de um vereador
evangélico, que foi sancionado pelo prefeito na sexta-feira,
dia 4 de abril. A nova lei municipal, nº 7.025/08, impede
o acesso das mulheres à pílula contraceptiva de
emergência, a famosa pílula do dia seguinte. Ao
contrário do que alguém possa imediatamente pensar,
esse método contraceptivo não é abortivo.
E tanto os vereadores quanto o prefeito sabiam disso. O funcionamento
da pílula contraceptiva de emergência já
é um consenso técnico-científico nas ciências
médicas e de saúde. Ou seja: não é
papo de jurista feminista.
Sobre isso, inclusive, o Conselho Federal de Medicina tem uma
resolução, a de nº 1.811/06. A pílula
do dia seguinte ou impede a fecundação, retardando
a ovulação, ou evita a migração dos
espermatozóides até o óvulo. Ela não
atua depois de configurada a gravidez. O argumento de fazer mal
à saúde da mulher é falacioso. Vamos proibir
o cigarro, o álcool, andar de carro, viver em locais poluídos
ou os outros métodos contraceptivos, afinal, tudo, em
alguma medida, faz mal ou não tão bem. Entre o
bem e o mal, o problema é tirar das pessoas a autonomia
no gerenciamento de suas vidas.
A pergunta que fica é sobre qual seria a razão
de se agir à revelia de dados científicos e direitos
fundamentais. Afinal, a nova lei de Jundiaí impede o exercício
de direitos e provoca que as mulheres assumam um risco desnecessário.
Viola a liberdade, a saúde e a dignidade. O que embasa
tamanha convicção dos vereadores e do prefeito
local? Talvez a psicanálise tenha respostas, mas, para
mim, só encontro uma: maldade. Impedir o acesso a esse
método contraceptivo implica direta violação
a direitos fundamentais e tortura. Ter de submeter mulheres que
sofreram, por exemplo, violência sexual ao risco de contrair
uma gravidez e, a partir disso, ao aborto legal, se assim o quiserem,
é obrigar um grupo a uma prática de submissão
a um tratamento desnecessário. Isso configura deliberada
tortura.
Eichmann tinha certeza de que agia para o bem. Os vereadores
de Jundiaí e o prefeito também. Contudo, ao contrário
de Eichmann, os vereadores e o prefeito têm em mãos
uma Constituição democrática e acesso à
resolução do Conselho Federal de Medicina. O único
compromisso que têm é com esse belíssimo
documento chamado Carta Constitucional e nenhum outro. Representação
política não é representação
privada: eles estão a serviço do interesse público,
não dos seus currais eleitorais. Quanto vai demorar para
os brasileiros entenderem essa diferença? Um legislador
está a serviço de todos e não do Führer
ou de alguns.
Por mais incômodo que possa causar, o Brasil é um
Estado democrático e laico. Ou respeita-se esse pressuposto
ou muda-se de função. Ademais, a competência
de uma Câmara de Veradores para legislar em saúde
é subsidiária, ela não pode restringir um
direito à saúde já configurado. Sugiro,
além de um exercício de alteridade, um tema de
casa básico: estudem a Constituição Federal.
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Frases
"A Justiça brasileira
é extremamente barata para os litigantes de má-fé
e caríssima em relação aos bons cidadãos."
Humberto Gomes de Barros, ao tomar posse, ontem, na presidência
do Superior Tribunal de Justiça (STJ), criticando os advogados
que entram com inúmeros recursos para protelar decisões.
"John é meu pai e também
meu parceiro. Não nos vemos como pai e filha."
Jenny Deaves, 39 anos, falando à TV australiana sobre
o relacionamento amoroso que mantém com o pai, com quem
tem filhos.
"Sou um homem que encontrou
uma mulher e se apaixonou."
John Deaves, 61 anos, sobre a filha Jenny, na mesma entrevista
que chocou o país.
"Tive medo e chorei, mas não
questiono Deus."
Mara Manzan, atriz, que deixou a novela "Duas Caras"
para tratar de câncer.
"O melhor jogador gordo da
história."
Título que o atacante Ronaldo, do Milan, recebeu
do jornal inglês "The Sun".
"Mesmo que seja para jogar uma
pelada com amigos na praia ou ter uma vida normal."
Ronaldo,
que está confiante na recuperação do joelho
e espera voltar aos gramados.
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"Sinto um
profundo sentimento de pesar pelo abandono e descaso a que está
relegada a valorosa classe dos professores"
Afronta
Daltro Halla,
Professor e Membro da Academia Catarinense
de Odontologia/halladaltro@yahoo.com.br
Recentemente, após uma luta judicial de quase 18 anos,
o governo cortou, ao arrepio da lei, 26% dos já defasados
salários dos professores universitários. Diante
desta grotesca afronta, gostaria de homenagear as miríades
de colegas de todos os níveis espalhados por este imenso
País e que, diuturnamente, dedicam grande parte de suas
vidas à incansável e magnânima missão
de ensinar.
Excluir milhões de compatriotas da ignorância e
do analfabetismo, pois quem se dedica e este mister tem o inaudito
prazer de levar outrem a desvendar os segredos que a vida encerra,
em todos os segmentos da atividade humana. Abrir novos caminhos,
iluminar as trevas do desconhecido, descortinar novos caminhos
para vislumbrar novos horizontes antes nunca imaginados. Estes
são os objetivos. Nosso mundo será sempre da dimensão
do nosso saber, e aí reside a sedutora atração
do magistério. O mestre é, junto à família,
o maior transformador da sociedade.
Sinto um profundo sentimento de pesar, tristeza e frustração
pelo abandono e descaso a que está relegada esta valorosa
classe que, a despeito das vicissitudes, vai em frente
quer por um pretérito que não foi ou por um futuro
imprevisível. Desafortunadamente, já se vislumbram
evidentes sinais de fadiga pelas injustiças a ela proporcionada,
notadamente manifestada pela precariedade do ensino.
É profundamente lamentável que décadas de
infrutíferas promessas continuem evidenciando a falta
de reconhecimento e insensibilidade junto a uma classe catalisadora
de verdadeira reforma e melhores perspectivas de desenvolvimento
à Nação. Exercem esses senhores uma política
em que suas consciências cívicas confundem-se em
vislumbrar os verdadeiros problemas brasileiros.
O que se percebe é uma intencional destruição
não só da classe política, títere.
Há também, ardilosamente, uma deliberada intenção
da destruição da classe pensante, pois ela é
e sempre será a geradora de críticas e capaz de
reformulações. Famoso jurisconsulto já disse:
É a luta pelo direito individual que faz o direito
coletivo. A esperança resultante é de que
a história humana tem produzido, de tempos em tempos,
lideranças obstinadas que não aceitam o canto
da sereia.
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"É
preciso limpar o Legislativo, em todos os níveis. E numa
democracia isso só se faz por meio das urnas"
Não tem jeito
Celso Rangel, Representante comercial
em Corupá/rangel.celso@bol.com.br
Não adianta apontar o senhor Lula como responsável
pelo caos político, administrativo e institucional que
cobre o Brasil. Também não se pode culpar a Justiça
pela impunidade que faz do País o paraíso da corrupção
e da maior roubalheira do planeta. Lula legisla mais do que o
Congresso, com medidas provisórias e inconstitucionais.
Os juízes soltam os criminosos porque a lei manda. O presidente
da República apenas tira proveito desse quadro para fazer
o que bem entende. Governa com base em leis feitas nos gabinetes
do Palácio do Planalto pelos juristas do PT,
tudo aprovado pelo Congresso, mesmo sem os pré-requisitos
de urgência e relevância.
Nunca neste País se viu tanta corrupção
e tanta impunidade. Também nunca se viu um tão
desastroso sucateamento nacional. A malha rodoviária está
destruída. As escolas caem aos pedaços. O governo
e o Congresso acabam de nos brindar com um exemplo de como não
levam a sério a coisa pública nem respeitam as
mínimas normas da decência que deve nortear o exercício
de qualquer função ou cargo que envolva o dinheiro
do contribuinte. O governo transformou, por meio de medida provisória
inconstitucional não havia urgência nem relevância
, a Secretaria de Igualdade Racial em ministério
só para permitir que um deputado tomasse posse dela sem
perder o mandato, num conchavo político-eleitoral. Moldaram
o cargo ao homem.
Os cidadãos morrem nas filas dos hospitais. A dengue,
a tuberculose, a malária e a rubéola voltam de
forma epidêmica. Tenta-se remediar a omissão dos
governos, na prevenção, no saneamento básico
e no tratamento, colocando as Forças Armadas para brigar
com o mosquito. Tem mais soldado do que médico nessa luta.
E para encerrar, nesse imenso quadro negro há um só
culpado: o Legislativo. Ninguém disse isso melhor do que
o senador Garibaldi Alves, presidente do Congresso, dias atrás,
sintetizando tudo numa frase: O Legislativo deixou de ser
a voz da sociedade.
Deputados e senadores, em sua maioria, usam o mandato em proveito
pessoal. Trocam os seus votos por empregos, dinheiro, prestígio,
mordomias, impunidade. E com isso a maioria faz o jogo do governo,
dos grupos econômicos, dos banqueiros. Só há
um caminho para salvar o País: o voto do cidadão.
O Congresso que está aí não tem mais jeito.
Lula já disse que lá estão 300 picaretas.
Hoje sabe que são mais, pois é ele quem paga, com
o nosso dinheiro. É preciso limpar o Legislativo, em todos
os níveis. E numa democracia isso só se faz por
meio das urnas.
O Congresso é o grande culpado. Mas há um culpado
maior: o eleitor que escolhe mal seus representantes. Ninguém
hoje vota enganado. Votar em gente séria nas eleições
municipais deste ano pode ser um bom começo para mudar
o Brasil. Pois o que está aí não tem jeito.
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Palavra do leitor
Vale quanto pesa
A Notícia premia o leitor com este democrático
espaço, onde qualquer leitor pode expressar sua opinião.
Algumas discussões, no entanto, beiram ao patético.
É o caso do que tenho lido a respeito da obra de Juarez
Machado, na entrada do Centreventos, em Joinville. Aquelas peças
de cerâmica evocando o circo (o local é para espetáculos)
eternizam o reconhecimento de uma cidade a seu artista maior,
com o privilégio de o fazer ainda em vida. É ridícula
a discussão sobre o valor pago. Antes fossem analisados
os custos de certas obras de engenharia, como pontes que custaram
R$ 750 mil e poderiam ter sido construídas por menos de
R$ 300 mil. Como licitar uma obra com artistas de diferentes
quilates? Como mensurar o valor de uma obra de arte de um artista
único? Não existiram dois Picasso, não existem
dois Niemeyer, como não existirão dois Juarez Machado.
E este é catarinense e, além disso, joinvilense.
Renni A. Schoenbergerg, Joinville
Calçadas
Calçada é a parte integrante da via pública
não destinada à circulação de veículos,
normalmente segregada e em nível diferente, destinada
à circulação de pessoas, bem como à
implantação de mobiliário urbano, equipamentos
de infra-estrutura, vegetação, sinalização
e outros fins quando possível. Esta foi uma definição
de calçada que peguei da Câmara Municipal de São
Paulo. Se você une essa definição à
definição do IPTU, como Imposto Predial e Territorial
Urbano, cuja receita é destinada à manutenção
da máquina administrativa, compra de materiais, equipamentos,
veículos, bens móveis e imóveis, realização
das obras públicas etc., você chegaria à
conclusão de que o poder público deveria se responsabilizar
pela realização e manutenção das
calçadas. Deficientes físicos, pais empurrando
seus bebês nos carrinhos, eu e você sofremos com
as condições de certas calçadas em Joinville.
A Cidade das Flores precisa recuperar o calçamento para
pedestres, não só por um motivo estético,
mas principalmente por questão de segurança.
Bruna Iotti Tapper, Joinville
Professores
Solidarizo-me com a situação dos professores no
Brasil. Eles exercem a profissão mais importante do País,
a de educar o povo brasileiro para garantir que o Brasil se torne
uma potência mundial, mas recebem um salário miserável!
O melhor modo de garantir que a remuneração de
sua classe profissional fique à altura de sua responsabilidade
seria aumentar o número de professores no governo, começando
por este ano eleitoral. Se aumentarmos o número de pessoas
moralmente corretas dentro da política, a tendência
será diminuir a corrupção, pois a maioria
faria pressão sobre os poucos corruptos ainda existentes
e, para sobreviver, deveriam mudar de profissão! Utopia?
Na prática, a força de vontade de ver este país
melhor resta em cada um de nós. Temos o poder e precisamos
nos unir e nos candidatar, se for preciso, para representarmos
um povo que já está sem esperanças. Não
tenha medo!
Tobias Buchner, Joinville
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Consumidores
O site www.an.com.br perguntou:
Seus direitos estão sendo respeitados na hora das
compras? Abaixo, respostas enviadas pelos internautas:
Acho que não. Em janeiro,
comprei um grill e uma torradeira que não funcionam como
deveriam. Fiquei muito descontente e fui reclamar. A loja não
trocou, fui no Procom. Como o produto não apresenta defeito,
não puderam fazer nada. A empresa também não
fez nada. Então, acho que, como consumidora, não
temos nossos direitos respeitados, pois estou com um produto
que não me satisfaz!
Eliana Camargo, Joinville
Há supermercados em Joinville
que desrespeitam o consumidor, pois não têm caixas
suficientes e a fila é imensa. Isso é uma falta
de respeito, pois eles precisam agradar ao cliente.
Giselle Borga, Joinville
Morando tantos anos nos Estados Unidos,
noto a enorme diferença no trato com o cliente quando
de uma compra. Nos EUA você pode devolver qualquer mercadoria
comprada, com pouquíssimas exceções, sem
explicar nada. Muitas vezes nem precisa da nota. Eles te devolvem
o dinheiro. As firmas anunciam que se o cliente não estiver
satisfeito, elas também não estarão e fazem
tudo para que isso aconteça. Já no Brasil, você
todos sabem...
Nelson Marques, Joinville
Na hora da compra há lojas
que fazem de conta que não existe nota ou cupon fiscal.
O pior é quando um aparelho apresenta defeito. Há
lojas que, mesmo com a mercadoria na garantia, não têm
a menor vontade de ressarcir o consumidor.
José VIlmar Pereira, Timbó Grande
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Ônibus
O que você acha do projeto que prevê a gratuidade
das passagens intermunicipais para pessoas com mais de 60 anos?
Para participar, acesse o site: www.an.com.br |