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Saúde
Piolho não se mata com agrotóxico
Após morte cerebral
de criança, Vigilância Sanitária deflagra
campanha de orientação
Criciúma
Ana Paula Cardoso
O estado de coma seguido de morte encefálica de Adriele
Gonzales de Melo, de três anos, e o constante registro
de intoxicação de crianças por inseticidas
ou agrotóxicos, levaram a Vigilância Sanitária
de Criciúma, no Sul do Estado, a dar início a uma
campanha de orientação nas escolas.
Nos últimos dias, os enfermeiros da rede municipal foram
orientados a repassar informações nas comunidades
em que atuam sobre o uso de inseticidas nas crianças para
combater piolhos. De acordo com a fiscal sanitária Marisa
Martins, os secretários municipal e estadual de Educação
receberam ofícios para que fossem tomadas providências
em todas as escolas.
Conforme o ofício enviado, o Diazitop, remédio
aplicado com xampu em Adriele, é indicado apenas para
uso veterinário e agropecuário. Mas a Vigilância
informa que o uso do produto em crianças tem sido comum
nos bairros mais afastados da área central. Também
haveria indicação de uso por algumas escolas.
A partir de hoje, vai começar um mutirão de intimação
das agropecuárias para que, no ato da venda, o balconista
questione o consumidor sobre a aplicação do produto
e exponha cartazes de advertência e orientação
sobre a aplicação desses inseticidas. Caso o comerciante
não cumpra a intimação, será multado.
A Vigilância Sanitária vai disponibilizar cartazes
de orientação para serem afixados nas agropecuárias.
Somente este ano, o Hospital Infantil Santa Catarina, em Criciúma,
já registrou quatro internações de crianças
causadas por envenenamento devido ao uso de inseticidas ou agrotóxicos
para matar piolhos. Em janeiro, outras crianças foram
internadas em UTIs pelo mesmo motivo em Itajaí e em Imbituba,
no Sul do Estado.
A morte de Adriele foi constatada no último sábado,
após dez dias de internação. A criança
é mantida na UTI do Hospital Infantil SC com suporte básico
para manter os órgãos em funcionamento: respirador
mecânico, suporte nutricional e hidratação
endovenosa. De acordo com o neuropediatra Eraldo Belarmino Jr.,
diariamente é repetido o processo de avaliação
clínica da morte encefálica.
O procedimento é um pedido da família, que se mostrou
contrária ao desligamento dos aparelhos. Nesse quadro,
os órgãos resistirão até uma semana
em funcionamento até chegar à degeneração
múltipla do sistema, explica Belarmino.
Colaborou Cristiano Dalcin
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Fique atento
Os produtos adequados para matar piolhos podem ser encontrados
nas unidades de saúde ou nas farmácias e não
em agropecuárias.
Ao primeiro sinal de infestação por piolhos,
os pais devem levar os filhos à unidade de saúde
e procurar atendimento médico.
Loções e xampus com as substâncias termetrina
e deltametrina fazem parte da composição recomendados
para matar os piolhos. Outra opção é o tratamento
via oral, com o comprimido de ivermectina.
Quanto às receitas caseiras, os médicos alertam
para os perigos de uso de substâncias que não sejam
indicadas para uso em pessoas. Apesar de ser antigo, o método
de usar vinagre, azeite e pente fino para eliminar os piolhos
é válido.
Casos de intoxicação por contato ou ingestão
de produtos tóxicos devem ser encaminhados imediatamente
ao hospital.
O paciente ou o responsável deve levar a embalagem,
o rótulo ou a bula do produto para agilizar o tratamento
médico adequado. O coordenador de agricultura da Cidasc
em Criciúma e região, Elzio Tadeu Peruchi, explica
que o Diazitop é de uso veterinário e sua venda
não exige receita médica.
Peruchi alerta que todos os produtos que precisam de receita
para serem comercializados têm a orientação
destacada no rótulo. Ele alerta que os atendentes em agropecuária
devem estar atentos a quem vendem os produtos e para qual finalidade.
Todo estabelecimento que vende agrotóxico precisa estar
registrado junto à Cidasc e exigir receituário
do agricultor para que se efetue a venda de um agrotóxico.
O receituário deve ser dado por um engenheiro. Na
região de Criciúma, a Cidasc tem cadastradas e
habilitadas 53 casas agropecuárias.
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Dengue no Rio
Reforço para prestar auxílio
a pacientes
O Ministério da Saúde deve publicar hoje um
anúncio de convocação para contratar 660
funcionários para reforçar o atendimento a pacientes
com suspeita de dengue no Estado do Rio. O ministério
quer contratar, em caráter temporário, clínicos,
pediatras, enfermeiros e técnicos de enfermagem.
O secretário estadual de Saúde do Rio, Sérgio
Côrtes, também informou que todos os médicos
que atuam em cargos burocráticos nos hospitais do Estado
serão remanejados para as emergências
Ainda de acordo com Côrtes, serão abertas cinco
tendas de hidratação, para onde serão encaminhados
pacientes com dengue que estejam com as plaquetas do sangue muito
baixas sinal da forma hemorrágica da doença.
Ele também pediu para que as pessoas continuem doando
sangue, porque as plaquetas só duram cinco dias. Côrtes
vai se reunir na quinta com as Forças Armadas para definir
como será a participação do Exército,
da Marinha e da Aeronáutica no combate à dengue.
Ontem, foi confirmada a morte de um garoto de 12 anos com os
sintomas da doença. Segundo a Secretaria de Saúde,
amostras estão em análise e o resultado deve sair
até quinta. Se a dengue for confirmada, a morte será
a 49ª causada pela doença. Em Duque de Caxias, há
500 casos de suspeita de dengue, dos quais 210 já foram
descartadas. Desde o começo de 2008, a cidade do Rio teve
23.555 casos confirmados.
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A doença e como se prevenir
Como o mosquito se infecta?
Ao picar uma pessoa com a doença, o mosquito passa a transmitir
o vírus.
Quais os sintomas?
Dores abdominais, vômitos freqüentes, tonteira, falta
de ar, sonolência, febre alta e sangramento.
Quais são os Estados em que há maior risco
de dengue?
Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul registraram números
críticos. Santa Catarina é o único Estado
onde não há circulação viral de dengue.
Em qualquer outro lugar onde estiver ocorrendo a doença
e a pessoa não estiver imune, há o risco de infecção.
Quem vai viajar para o Rio de Janeiro, onde está
confirmada a epidemia, o que deve fazer?
Aplique repelente comum, contra mosquitos. O Aedes aegypti pica
durante o dia. Ele é atraído pelo odor das pessoas
e tem preferência por picar as pernas. Assim, o uso de
calças compridas em localidades muito infestadas, como
o Rio de Janeiro, também pode evitar a aproximação
dele à pele. Mosquiteiros para cobrir as camas e áreas
de repouso, telas em portas e janelas e espirais ou vaporizadores
elétricos são outras medidas preventivas. Não
acumular água parada em pneus e garrafas, tampar a caixa
de água e poços e colocar areia em pratinhos de
folhagens, escovando as bordas para eliminar os ovos do inseto.
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Jogos de azar
Os bingos poderão voltar
União busca saída
para legalizar atividade. Empresários de SC estão
otimistas
Diogo Vargas
Florianópolis
As casas de bingo estão fechadas há mais de
dois anos. Mas um dia ou outro, denúncias levam a polícia
a pontos clandestinos. A atividade, que nunca conseguiu aprovação
legal no País, voltou a ser discutida pelo governo federal
e traz expectativa aos empresários catarinenses do setor.
O jogo, através de cartelas com o controle da Caixa Econômica
Federal, seria a forma ideal encontrada. As máquinas caça-níqueis
continuariam proibidas. Mas essas possibilidades ainda vão
ser avaliadas pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico
e Social. O encarregado de seguir à frente do tema é
o ministro das Relações Institucionais, José
Múcio Monteiro, a mando do presidente Lula.
Bastou essa informação para o meio empresarial
voltar a se animar no Estado que no auge da atividade, entre
2004 e 2005, chegou a empregar 9 mil pessoas e a gerar R$ 1 milhão
em impostos ao mês.
Uma lei federal autorizando os jogos certamente traria
segurança para o empresário voltar a investir.
Há essa expectativa, que é uma tendência
mundial, assinalou o advogado Roberto Carvalho Fernandes,
representante dos principais empresários de SC, além
da Associação Brasileira de Loterias Estaduais
(ABLE).
O presidente da Federação Brasileira dos Bingos
(Febrabingo), Carlos Eduardo Canto, concorda com o controle federal
dos bingos e admite que a vontade política em ano eleitoral
pode ser decisiva. Mas, na prática, ainda é cedo
para crer na liberação.
Em Santa Catarina, a Associação Catarinense de
Bingos (ACBingo) deixou de existir. A maioria dos empresários
partiu para outros investimentos, como construção
civil, revenda de automóveis, restaurantes e postos de
combustíveis. A Companhia de Desenvolvimento do Estado
de SC (Codesc) não autoriza nem fiscaliza mais a atividade.
Hoje, há 86 projetos sobre os bingos no Congresso Nacional
e o lobby dos parlamentares pela regulamentação
forçou o governo a buscar uma saída.
O gerente de loterias da Codesc, Adriano Teixeira, enfatiza que
para SC seria interessante que se permitisse aos Estados explorar
os jogos, pois a Caixa costuma ter o monopólio e dificultar
nas concessões.
diogo.vargas@an.com.br
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MPF defende plebiscito
O procurador da República em Blumenau, João
Marques Brandão Néto, lembra que o jogo de azar
é contravenção penal e seria necessário
revogar essa legislação para tornar a atividade
legal. Brandão defende um plebiscito para consultar a
vontade da população.
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Site da Prefeitura da Capital mantém
endereços de casas
Mesmo com a atividade sendo considerada ilegal e com os estabelecimentos
fechados, os bingos continuam ganhando destaque no roteiro do
guia turístico de Florianópolis. O site da Prefeitura
(www.pmf.sc.gov.br) mantinha no ar, ontem, o endereço
de dez casas. A Notícia ligou para os telefones, mas eles
não existiam ou não atenderam às ligações.
O secretário municipal de Turismo, Cultura e Esportes,
Mário Cavallazzi, não sabia da divulgação.
Ele acredita se tratar de desatualização do site
e que os dados serão omitidos com o novo site em desenvolvimento
pela Prefeitura, que poderá ser acessado em breve.
O secretário Mário Cavallazzi disse ser favorável
à legalização dos jogos pelo seu papel em
prol do turismo, geração de empregos e impostos,
além de criar oportunidades como o patrocínio de
eventos pelas empresas do setor.
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Cronologia
No primeiro mandato de Lula, a regulamentação
das casas de bingo estava sendo analisada quando estourou o escândalo
envolvendo o ex-assessor da Casa Civil Waldomiro Diniz.
Waldomiro foi flagrado cobrando propina do explorador de jogos
Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e
perdeu o cargo.
Em fevereiro de 2004, Lula editou MP proibindo o funcionamento
de casas de bingos e caça-níqueis. A MP foi rejeitada,
mas o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que somente o governo
federal pode autorizar o funcionamento de bingos.
Em Santa Catarina, no início de 2007, o governo estadual
editou decreto autorizando a reabertura das casas de jogos. O
mesmo foi revogado há poucos dias por causa da determinação
do STF. Agora, o governo federal estuda forma para regulamentar
o setor. A intenção seria liberar jogos de bingos
com cartela que ficariam sob controle da Caixa. Mas as máquinas
caça-níqueis continuariam proibidas.
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O que é jogo de azar
O jogo em que o ganho e a perda dependem exclusiva ou principalmente
da sorte.
Qual é a pena
Para exploradores do jogo de azar
Estabelecer ou explorar jogo de azar em lugar público
ou acessível ao público, mediante o pagamento de
entrada ou sem ele: Prisão de três meses a um ano
e multa, estendendo-se os efeitos da condenação
à perda dos móveis e objetos de decoração
do local.
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Trânsito
Menos mortos nas rodovias federais
O número de mortos em acidentes nas rodovias federais
caiu 5% na Semana Santa em relação a 2007, informou
ontem o Ministério da Justiça. Minas Gerais (300),
Santa Catarina (203), Rio Grande do Sul (158), Rio de Janeiro
e São Paulo (115 cada) e Paraná (98) foram os Estados
com o maior número de acidentes.
Já os maiores números de mortes foram registrados
em Minas Gerais (12), Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul (dez
cada), Bahia (oito), Paraná (seis) e Pernambuco e Rio
Grande do Norte (cinco cada).
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), também
houve queda de 9,3% no total de feridos. Ao todo, 75 pessoas
morreram e 1.043 ficaram feridas em 1.657 acidentes nos 61 mil
quilômetros de estradas federais que cortam o País.
No feriado de Páscoa do ano passado, 79 pessoas morreram
e 1.151 ficaram feridas em 1.744 acidentes. Finalizada à
meia-noite de domingo, a Operação Semana Santa
foi realizada durante quatro dias.
Durante a operação, a PRF flagrou 106.899 infrações
de trânsito, sendo 65.312 por excesso de velocidade
um aumento de 202,4% em relação à quantidade
de multas aplicadas no mesmo período do ano passado. Ao
todo, 171.076 veículos foram fiscalizados. Em Santa Catarina,
durante toda a operação, a polícia multou
cerca de 18 mil infratores. O superintendente da PRF em SC, Luiz
Ademar Paes, disse que esse elevado número é decorrente
da imprudência dos motoristas.
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Acidentes em SC
Rancho Queimado
Um bebê de cinco meses e um homem morreram na madrugada
de ontem após o Palio em que estavam, com placa de Florianópolis,
invadir a pista contrária e bater em uma caminhonete Renault
Master, de Tubarão, no km 78,9 da BR-282, na Grande Florianópolis.
O motorista da caminhonete, Deividy Boeing, sofreu escoriações;
os outros quatro ocupantes do Palio estão em observação.
José Ademar dos Santos, 32 anos, que dirigia o carro de
Florianópolis, havia passado o feriado em Campo Erê
com parentes e voltava para a Capital. Ele e a criança
Wesley Michael Rodrigues morreram na hora.
Criciúma
Uma colisão frontal entre dois veículos feriu três
pessoas no início da tarde de ontem. O acidente ocorreu
às 13h30 no km 35 da rodovia SC-446, no bairro São
Simão, em Criciúma, depois que um Santana com placas
de Morro da Fumaça invadiu a pista contrária e
colidiu com um Gol, com placas de Cocal do Sul, que trafegava
em sentido contrário na pista dupla. O motorista do Santana,
João Pereira, 48 anos, foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros.
A condutora do Gol, a professora Mirtes Guilherme Fontana, 33
anos, e a caroneira, Gislaine Regina Darolt Melo, 30, foram retiradas
das ferragens por socorristas do Samu. Todos sofreram ferimentos
leves.
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Trânsito
Elevado de Capoeiras registra transtornos
O elevado de Capoeiras, na região continental de Florianópolis,
não passou no primeiro teste. Inaugurado na manhã
da última quinta-feira, o local enfrentou ontem a primeira
segunda-feira após o feriadão, iniciado logo após
ser liberado para o tráfego. E o que se viu foi uma série
de problemas.
Com o elevado, as pistas da avenida Governador Ivo Silveira que
passam sobre a avenida Patrício Caldeira de Andrade deveriam
desafogar o trânsito, mas os motoristas que entram no trevo
sob o elevado continuam enfrentando filas.
O ponto principal das reclamações é a entrada
na avenida Governador Ivo Silveira, perto do ginásio Capoeirão.
Os carros que tentam o acesso à avenida pelas chamadas
faixas de aceleração encontram os veículos
descendo do elevado em alta velocidade, seguindo em direção
a São José. No mesmo ponto, carros entram e saem
da rua L.M. da Silveira, ao lado do ginásio, inclusive
os que vêm do viaduto, cortando a frente daqueles que tentam
seguir pela avenida.
Para o secretário de Obras de Florianópolis, Aurélio
Remor, o que está acontecendo é um fenômeno
natural, pois as pessoas que usavam a Via Expressa agora preferem
passar pela Ivo Silveira. Os primeiros dados da secretaria registram
que a migração de veículos aumentou o trânsito
no local em 11%. Ele adiantou que serão avaliadas algumas
situações. A obra precisa ser adaptada às
novas condições, explicou ele, que admitiu
a possibilidade de ampliar as faixas de aceleração.
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Motoristas não respeitam
o limite de velocidade
Poucos metros à frente do final do elevado, no sentido
Ilha-São José, há um conjunto que colabora
para trancar o trânsito na região: uma lombada,
uma faixa de pedestres e um ponto de ônibus.
Os carros que descem do viaduto não esperam pela parada
e freiam bruscamente. Além disso, o ponto de ônibus
da Ivo Silveira recebe vários veículos ao mesmo
tempo, gerando fila. Nesse lugar nós temos um supermercado
de um lado da rua, duas escolas do outro e esse ponto de ônibus.
A lombada existe para proteção da faixa de pedestres,
mas os motoristas estão descendo o elevado com velocidade
superior à permitida, que é de 60 km/h, explicou
Aurélio Remor. A idéia da secretaria é instalar
lombadas menos altas e mais largas. Outra opção
seria a construção de uma passarela.
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Soluções*
Faixas de aceleração nas entradas da avenida
Governador Ivo Silveira
Solução: aumentar as faixas de aceleração
e colocar radar ou lombadas eletrônicas para diminuir a
velocidade dos carros que descem o elevado.
Rua L.M. da Silveira, ao lado do ginásio Capoeirão
Solução: propor sentido único na rua. Ela
seria só
de saída para a Ivo Silveira.
Lombada em frente ao ginásio Capoeirão
Solução: adotar lombadas traffic calm ou construir
uma passarela para os pedestres.
Ponto de ônibus ao lado do ginásio Capoeirão
Solução: criar refúgio para o ponto de ônibus.
Sinal de trânsito na Ivo Silveira com rua São
Cristóvão
Solução: Ipuf está fazendo revisão
para evitar congestionamento no local. |