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Joinville Terça-feira, 25 de março de 2008 Santa Catarina - Brasil

Geral - A Notícia Raquel Schiavini
(47) 3431-9111

Saúde

Piolho não se mata com agrotóxico

Após morte cerebral de criança, Vigilância Sanitária deflagra campanha de orientação

Criciúma
Ana Paula Cardoso

O estado de coma seguido de morte encefálica de Adriele Gonzales de Melo, de três anos, e o constante registro de intoxicação de crianças por inseticidas ou agrotóxicos, levaram a Vigilância Sanitária de Criciúma, no Sul do Estado, a dar início a uma campanha de orientação nas escolas.
Nos últimos dias, os enfermeiros da rede municipal foram orientados a repassar informações nas comunidades em que atuam sobre o uso de inseticidas nas crianças para combater piolhos. De acordo com a fiscal sanitária Marisa Martins, os secretários municipal e estadual de Educação receberam ofícios para que fossem tomadas providências em todas as escolas.
Conforme o ofício enviado, o Diazitop, remédio aplicado com xampu em Adriele, é indicado apenas para uso veterinário e agropecuário. Mas a Vigilância informa que o uso do produto em crianças tem sido comum nos bairros mais afastados da área central. Também haveria indicação de uso por algumas escolas.
A partir de hoje, vai começar um mutirão de intimação das agropecuárias para que, no ato da venda, o balconista questione o consumidor sobre a aplicação do produto e exponha cartazes de advertência e orientação sobre a aplicação desses inseticidas. Caso o comerciante não cumpra a intimação, será multado. A Vigilância Sanitária vai disponibilizar cartazes de orientação para serem afixados nas agropecuárias.
Somente este ano, o Hospital Infantil Santa Catarina, em Criciúma, já registrou quatro internações de crianças causadas por envenenamento devido ao uso de inseticidas ou agrotóxicos para matar piolhos. Em janeiro, outras crianças foram internadas em UTIs pelo mesmo motivo em Itajaí e em Imbituba, no Sul do Estado.
A morte de Adriele foi constatada no último sábado, após dez dias de internação. A criança é mantida na UTI do Hospital Infantil SC com suporte básico para manter os órgãos em funcionamento: respirador mecânico, suporte nutricional e hidratação endovenosa. De acordo com o neuropediatra Eraldo Belarmino Jr., diariamente é repetido o processo de avaliação clínica da morte encefálica.
O procedimento é um pedido da família, que se mostrou contrária ao desligamento dos aparelhos. “Nesse quadro, os órgãos resistirão até uma semana em funcionamento até chegar à degeneração múltipla do sistema”, explica Belarmino.

Colaborou Cristiano Dalcin

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Fique atento

Os produtos adequados para matar piolhos podem ser encontrados nas unidades de saúde ou nas farmácias e não em agropecuárias.

Ao primeiro sinal de infestação por piolhos, os pais devem levar os filhos à unidade de saúde e procurar atendimento médico.

Loções e xampus com as substâncias termetrina e deltametrina fazem parte da composição recomendados para matar os piolhos. Outra opção é o tratamento via oral, com o comprimido de ivermectina.

Quanto às receitas caseiras, os médicos alertam para os perigos de uso de substâncias que não sejam indicadas para uso em pessoas. Apesar de ser antigo, o método de usar vinagre, azeite e pente fino para eliminar os piolhos é válido.

Casos de intoxicação por contato ou ingestão de produtos tóxicos devem ser encaminhados imediatamente ao hospital.

O paciente ou o responsável deve levar a embalagem, o rótulo ou a bula do produto para agilizar o tratamento médico adequado. O coordenador de agricultura da Cidasc em Criciúma e região, Elzio Tadeu Peruchi, explica que o Diazitop é de uso veterinário e sua venda não exige receita médica.

Peruchi alerta que todos os produtos que precisam de receita para serem comercializados têm a orientação destacada no rótulo. Ele alerta que os atendentes em agropecuária devem estar atentos a quem vendem os produtos e para qual finalidade.

Todo estabelecimento que vende agrotóxico precisa estar registrado junto à Cidasc e exigir receituário do agricultor para que se efetue a venda de um agrotóxico.

O receituário deve ser dado por um engenheiro. Na região de Criciúma, a Cidasc tem cadastradas e habilitadas 53 casas agropecuárias.

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Dengue no Rio

Reforço para prestar auxílio a pacientes

O Ministério da Saúde deve publicar hoje um anúncio de convocação para contratar 660 funcionários para reforçar o atendimento a pacientes com suspeita de dengue no Estado do Rio. O ministério quer contratar, em caráter temporário, clínicos, pediatras, enfermeiros e técnicos de enfermagem.
O secretário estadual de Saúde do Rio, Sérgio Côrtes, também informou que todos os médicos que atuam em cargos burocráticos nos hospitais do Estado serão remanejados para as emergências
Ainda de acordo com Côrtes, serão abertas cinco tendas de hidratação, para onde serão encaminhados pacientes com dengue que estejam com as plaquetas do sangue muito baixas – sinal da forma hemorrágica da doença. Ele também pediu para que as pessoas continuem doando sangue, porque as plaquetas só duram cinco dias. Côrtes vai se reunir na quinta com as Forças Armadas para definir como será a participação do Exército, da Marinha e da Aeronáutica no combate à dengue.
Ontem, foi confirmada a morte de um garoto de 12 anos com os sintomas da doença. Segundo a Secretaria de Saúde, amostras estão em análise e o resultado deve sair até quinta. Se a dengue for confirmada, a morte será a 49ª causada pela doença. Em Duque de Caxias, há 500 casos de suspeita de dengue, dos quais 210 já foram descartadas. Desde o começo de 2008, a cidade do Rio teve 23.555 casos confirmados.

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A doença e como se prevenir

Como o mosquito se infecta?
Ao picar uma pessoa com a doença, o mosquito passa a transmitir o vírus.

Quais os sintomas?
Dores abdominais, vômitos freqüentes, tonteira, falta de ar, sonolência, febre alta e sangramento.

Quais são os Estados em que há maior risco de dengue?
Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul registraram números críticos. Santa Catarina é o único Estado onde não há circulação viral de dengue. Em qualquer outro lugar onde estiver ocorrendo a doença e a pessoa não estiver imune, há o risco de infecção.

Quem vai viajar para o Rio de Janeiro, onde está confirmada a epidemia, o que deve fazer?
Aplique repelente comum, contra mosquitos. O Aedes aegypti pica durante o dia. Ele é atraído pelo odor das pessoas e tem preferência por picar as pernas. Assim, o uso de calças compridas em localidades muito infestadas, como o Rio de Janeiro, também pode evitar a aproximação dele à pele. Mosquiteiros para cobrir as camas e áreas de repouso, telas em portas e janelas e espirais ou vaporizadores elétricos são outras medidas preventivas. Não acumular água parada em pneus e garrafas, tampar a caixa de água e poços e colocar areia em pratinhos de folhagens, escovando as bordas para eliminar os ovos do inseto.

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Jogos de azar

Os bingos poderão voltar

União busca saída para legalizar atividade. Empresários de SC estão otimistas

Diogo Vargas
Florianópolis

As casas de bingo estão fechadas há mais de dois anos. Mas um dia ou outro, denúncias levam a polícia a pontos clandestinos. A atividade, que nunca conseguiu aprovação legal no País, voltou a ser discutida pelo governo federal e traz expectativa aos empresários catarinenses do setor.
O jogo, através de cartelas com o controle da Caixa Econômica Federal, seria a forma ideal encontrada. As máquinas caça-níqueis continuariam proibidas. Mas essas possibilidades ainda vão ser avaliadas pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. O encarregado de seguir à frente do tema é o ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, a mando do presidente Lula.
Bastou essa informação para o meio empresarial voltar a se animar no Estado que no auge da atividade, entre 2004 e 2005, chegou a empregar 9 mil pessoas e a gerar R$ 1 milhão em impostos ao mês.
“Uma lei federal autorizando os jogos certamente traria segurança para o empresário voltar a investir. Há essa expectativa, que é uma tendência mundial”, assinalou o advogado Roberto Carvalho Fernandes, representante dos principais empresários de SC, além da Associação Brasileira de Loterias Estaduais (ABLE).
O presidente da Federação Brasileira dos Bingos (Febrabingo), Carlos Eduardo Canto, concorda com o controle federal dos bingos e admite que a vontade política em ano eleitoral pode ser decisiva. Mas, na prática, ainda é cedo para crer na liberação.
Em Santa Catarina, a Associação Catarinense de Bingos (ACBingo) deixou de existir. A maioria dos empresários partiu para outros investimentos, como construção civil, revenda de automóveis, restaurantes e postos de combustíveis. A Companhia de Desenvolvimento do Estado de SC (Codesc) não autoriza nem fiscaliza mais a atividade. Hoje, há 86 projetos sobre os bingos no Congresso Nacional e o lobby dos parlamentares pela regulamentação forçou o governo a buscar uma saída.
O gerente de loterias da Codesc, Adriano Teixeira, enfatiza que para SC seria interessante que se permitisse aos Estados explorar os jogos, pois a Caixa costuma ter o monopólio e dificultar nas concessões.

diogo.vargas@an.com.br

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MPF defende plebiscito

O procurador da República em Blumenau, João Marques Brandão Néto, lembra que o jogo de azar é contravenção penal e seria necessário revogar essa legislação para tornar a atividade legal. Brandão defende um plebiscito para consultar a vontade da população.

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Site da Prefeitura da Capital mantém endereços de casas

Mesmo com a atividade sendo considerada ilegal e com os estabelecimentos fechados, os bingos continuam ganhando destaque no roteiro do guia turístico de Florianópolis. O site da Prefeitura (www.pmf.sc.gov.br) mantinha no ar, ontem, o endereço de dez casas. A Notícia ligou para os telefones, mas eles não existiam ou não atenderam às ligações.
O secretário municipal de Turismo, Cultura e Esportes, Mário Cavallazzi, não sabia da divulgação. Ele acredita se tratar de desatualização do site e que os dados serão omitidos com o novo site em desenvolvimento pela Prefeitura, que poderá ser acessado em breve.
O secretário Mário Cavallazzi disse ser favorável à legalização dos jogos pelo seu papel em prol do turismo, geração de empregos e impostos, além de criar oportunidades como o patrocínio de eventos pelas empresas do setor.

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Cronologia

No primeiro mandato de Lula, a regulamentação das casas de bingo estava sendo analisada quando estourou o escândalo envolvendo o ex-assessor da Casa Civil Waldomiro Diniz.

Waldomiro foi flagrado cobrando propina do explorador de jogos Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e
perdeu o cargo.

Em fevereiro de 2004, Lula editou MP proibindo o funcionamento de casas de bingos e caça-níqueis. A MP foi rejeitada, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que somente o governo federal pode autorizar o funcionamento de bingos.

Em Santa Catarina, no início de 2007, o governo estadual editou decreto autorizando a reabertura das casas de jogos. O mesmo foi revogado há poucos dias por causa da determinação do STF. Agora, o governo federal estuda forma para regulamentar o setor. A intenção seria liberar jogos de bingos com cartela que ficariam sob controle da Caixa. Mas as máquinas caça-níqueis continuariam proibidas.

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O que é jogo de azar
O jogo em que o ganho e a perda dependem exclusiva ou principalmente da sorte.

Qual é a pena
Para exploradores do jogo de azar
Estabelecer ou explorar jogo de azar em lugar público ou acessível ao público, mediante o pagamento de entrada ou sem ele: Prisão de três meses a um ano e multa, estendendo-se os efeitos da condenação à perda dos móveis e objetos de decoração do local.

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Trânsito

Menos mortos nas rodovias federais

O número de mortos em acidentes nas rodovias federais caiu 5% na Semana Santa em relação a 2007, informou ontem o Ministério da Justiça. Minas Gerais (300), Santa Catarina (203), Rio Grande do Sul (158), Rio de Janeiro e São Paulo (115 cada) e Paraná (98) foram os Estados com o maior número de acidentes.
Já os maiores números de mortes foram registrados em Minas Gerais (12), Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul (dez cada), Bahia (oito), Paraná (seis) e Pernambuco e Rio Grande do Norte (cinco cada).
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), também houve queda de 9,3% no total de feridos. Ao todo, 75 pessoas morreram e 1.043 ficaram feridas em 1.657 acidentes nos 61 mil quilômetros de estradas federais que cortam o País.
No feriado de Páscoa do ano passado, 79 pessoas morreram e 1.151 ficaram feridas em 1.744 acidentes. Finalizada à meia-noite de domingo, a Operação Semana Santa foi realizada durante quatro dias.
Durante a operação, a PRF flagrou 106.899 infrações de trânsito, sendo 65.312 por excesso de velocidade – um aumento de 202,4% em relação à quantidade de multas aplicadas no mesmo período do ano passado. Ao todo, 171.076 veículos foram fiscalizados. Em Santa Catarina, durante toda a operação, a polícia multou cerca de 18 mil infratores. O superintendente da PRF em SC, Luiz Ademar Paes, disse que esse elevado número é decorrente da imprudência dos motoristas.

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Acidentes em SC

Rancho Queimado
Um bebê de cinco meses e um homem morreram na madrugada de ontem após o Palio em que estavam, com placa de Florianópolis, invadir a pista contrária e bater em uma caminhonete Renault Master, de Tubarão, no km 78,9 da BR-282, na Grande Florianópolis. O motorista da caminhonete, Deividy Boeing, sofreu escoriações; os outros quatro ocupantes do Palio estão em observação. José Ademar dos Santos, 32 anos, que dirigia o carro de Florianópolis, havia passado o feriado em Campo Erê com parentes e voltava para a Capital. Ele e a criança Wesley Michael Rodrigues morreram na hora.

Criciúma
Uma colisão frontal entre dois veículos feriu três pessoas no início da tarde de ontem. O acidente ocorreu às 13h30 no km 35 da rodovia SC-446, no bairro São Simão, em Criciúma, depois que um Santana com placas de Morro da Fumaça invadiu a pista contrária e colidiu com um Gol, com placas de Cocal do Sul, que trafegava em sentido contrário na pista dupla. O motorista do Santana, João Pereira, 48 anos, foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros. A condutora do Gol, a professora Mirtes Guilherme Fontana, 33 anos, e a caroneira, Gislaine Regina Darolt Melo, 30, foram retiradas das ferragens por socorristas do Samu. Todos sofreram ferimentos leves.

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Trânsito

Elevado de Capoeiras registra transtornos

O elevado de Capoeiras, na região continental de Florianópolis, não passou no primeiro teste. Inaugurado na manhã da última quinta-feira, o local enfrentou ontem a primeira segunda-feira após o feriadão, iniciado logo após ser liberado para o tráfego. E o que se viu foi uma série de problemas.
Com o elevado, as pistas da avenida Governador Ivo Silveira que passam sobre a avenida Patrício Caldeira de Andrade deveriam desafogar o trânsito, mas os motoristas que entram no trevo sob o elevado continuam enfrentando filas.
O ponto principal das reclamações é a entrada na avenida Governador Ivo Silveira, perto do ginásio Capoeirão. Os carros que tentam o acesso à avenida pelas chamadas faixas de aceleração encontram os veículos descendo do elevado em alta velocidade, seguindo em direção a São José. No mesmo ponto, carros entram e saem da rua L.M. da Silveira, ao lado do ginásio, inclusive os que vêm do viaduto, cortando a frente daqueles que tentam seguir pela avenida.
Para o secretário de Obras de Florianópolis, Aurélio Remor, o que está acontecendo é um fenômeno natural, pois as pessoas que usavam a Via Expressa agora preferem passar pela Ivo Silveira. Os primeiros dados da secretaria registram que a migração de veículos aumentou o trânsito no local em 11%. Ele adiantou que serão avaliadas algumas situações. “A obra precisa ser adaptada às novas condições”, explicou ele, que admitiu a possibilidade de ampliar as faixas de aceleração.

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Motoristas não respeitam o limite de velocidade

Poucos metros à frente do final do elevado, no sentido Ilha-São José, há um conjunto que colabora para trancar o trânsito na região: uma lombada, uma faixa de pedestres e um ponto de ônibus.
Os carros que descem do viaduto não esperam pela parada e freiam bruscamente. Além disso, o ponto de ônibus da Ivo Silveira recebe vários veículos ao mesmo tempo, gerando fila. “Nesse lugar nós temos um supermercado de um lado da rua, duas escolas do outro e esse ponto de ônibus. A lombada existe para proteção da faixa de pedestres, mas os motoristas estão descendo o elevado com velocidade superior à permitida, que é de 60 km/h”, explicou Aurélio Remor. A idéia da secretaria é instalar lombadas menos altas e mais largas. Outra opção seria a construção de uma passarela.

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Soluções*

Faixas de aceleração nas entradas da avenida Governador Ivo Silveira
Solução: aumentar as faixas de aceleração e colocar radar ou lombadas eletrônicas para diminuir a velocidade dos carros que descem o elevado.

Rua L.M. da Silveira, ao lado do ginásio Capoeirão
Solução: propor sentido único na rua. Ela seria só
de saída para a Ivo Silveira.

Lombada em frente ao ginásio Capoeirão
Solução: adotar lombadas traffic calm ou construir uma passarela para os pedestres.

Ponto de ônibus ao lado do ginásio Capoeirão
Solução: criar refúgio para o ponto de ônibus.

Sinal de trânsito na Ivo Silveira com rua São Cristóvão
Solução: Ipuf está fazendo revisão para evitar congestionamento no local.



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