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Joinville Sexta-feira, 11 de janeiro de 2008 Santa Catarina - Brasil
AN Capital - A Notícia Edson Rosa
(48) 3261.9501
edson.rosa@an.com.br

Cidades

Briga judicial por terreno
atrasa nova subestação

Antigos moradores tentam impedir acesso da Celesc e reivindicam indenização

A Celesc pode ser impedida de começar os estudos para instalação de subestação blindada em terreno cedido à estatal pelo governo do Estado. A subestação Ilha-Centro 2 está projetada para área localizada na avenida Beira-mar Norte, ao lado da Casa D’Agronômica, a residência oficial do governador, no bairro Agronômica. Os moradores Antônio Alves Júnior, Bento Carvalho e Cláudia Schlichting entraram na última quarta-feira com ação no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, para tentar impedir as obras. Eles reivindicam a proibição da entrada do Governo do Estado no imóvel.
O processo deveria ser encaminhado na tarde de ontem à Vara da Fazenda Pública para apreciação do juiz responsável. Os moradores garantem que ocupam a área de 19 mil metros quadrados há 30 anos, e exigem indenização da estatal para deixarem o imóvel. Júnior e Carvalho entraram com pedido de usucapião da área em 2006, depois que a casa onde Carvalho morava foi demolida por ocupar o terreno de maneira considerada irregular. Após perder a residência, ele decidiu entrar com processo para garantir o direito à posse da área.
Apesar do processo, o diretor técnico da Celesc, Eduardo Carvalho Sitônio, diz que a expectativa é resolver o impasse rapidamente e iniciar as análises referentes à construção da nova estrutura até meados da próxima semana. “O governo já ganhou essa ação em primeira instância, tudo nos leva a crer que não teremos problemas, e esperamos que até a próxima quinta-feira estejamos autorizados a iniciar os estudos no local”, afirma.
A licitação para a construção de nova subestação da Celesc deve ser aberta até o final deste mês, segundo Eduardo Sitônio. A prioridade no momento, destaca o diretor, é a implantação de linha de transmissão que ligará a subestação Ilha-Centro à unidade da Trindade, já que a subestação deve levar 15 meses para ser finalizada, enquanto a linha deve demorar cerca de 10 meses para ser concluída . “A intenção é iniciar os serviços o mais rápido possível”, destaca.

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Obra é importante para evitar apagão

Segundo Eduardo Sitônio, a subestação é fundamental para garantir o abastecimento de energia no Município em caso problemas em uma das linhas de transmissão que atualmente abastecem a Ilha. O diretor da Celesc exemplifica a importância da nova estrutura, afirmando que, se o equipamento já estivesse em operação durante o apagão ocorrido em 2003, não faltaria luz em Florianópolis.
Sitônio explica que, se o defeito, na época, tivesse ocorrido em apenas uma das linhas responsáveis pelo fornecimento de energia da Ilha, e não nas duas, como ocorreu, a subestação da Agronômica garantiria a luz na Ilha. “O equipamento da subestação Ilha- Centro é responsável por 40% do abastecimento da cidade, enquanto a Trindade responde por 60% do abastecimento da região central. Hoje, as duas linhas não têm ligação entre si, o que passará a acontecer com o funcionamento da terceira linha de transmissão.
A subestação da Agronômica também vai absorver parte da carga da unidade Ilha-Centro, aprimorando a distribuição de energia na cidade, argumenta o diretor da Celesc. A previsão é de executar a obra em até 10 meses a partir do lançamento do edital. Toda a documentação para a construção dos equipamentos está pronta, informa Sitônio.

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Destaque

Moradores reagem contra poluição

Casan é suspeita de agravar contaminação do rio do Brás, na praia de Canasvieiras

Alessandro Bonassoli
Especial ANC

Moradores de Canasvieiras decidiram organizar uma comissão para exigir da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) a solução de um problema que existe há pelo menos dois anos. Segundo eles, as três bombas elevatórias instaladas na beira do Rio do Brás não são suficientes para encaminhar o esgoto à estação de tratamento da região, e os dejetos vêm sendo jogados diretamente no leito do rio.

Análise
Fatma coleta amostras para identificar origem da contaminação da água
O mau cheiro se tornou o vizinho mais indesejado de quem mora na rua Murilo Antônio Bortoluzi e dos inquilinos do camping Costa do Sol, ao lado do trapiche por onde diariamente circula grande número de turistas. O rio, que antes oferecia camarões, siris, tainhotas e robalos, além de ser uma alternativa para quem quisesse nadar, agora tem cor de fezes e é motivo de vergonha e indignação para quem mora ou freqüenta o mais badalado balneário do Norte da Ilha.
A situação, inclusive, foi alvo de uma Ação Civil Pública em outubro de 2006. Na audiência, a Casan reconheceu que o sistema funcionava irregularmente, pois não tinha a licença ambiental. A companhia também se comprometeu com o juiz Gerson Cherem II a realizar um estudo de viabilidade técnica para avaliar os fluxos hídricos dos canais de drenagem, regularizar o licenciamento com a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Fatma) e criar um plano emergencial para minimizar os efeitos do lançamento de esgoto bruto nos extravazamentos da estação elevatória. O prazo para que isso fosse feito era de 180 dias e a Justiça definiu uma multa de R$ 10 mil caso o acordo não fosse cumprido. Técnicos da Fatma estiveram no final da tarde de ontem no local, constataram visualmemte a contaminação e coletaram amostras da água para análise mais criteriosa.
Além da coloração escura e fétida que se acumula de margem à margem, uma espessa camada de vegetação encobre a lâmina d’água. O capim se estende por praticamente toda a sua extensão e forma uma espécie de “tapete verde”, resultado do acúmulo da grande quantidade de matéria orgânica no fundo do rio.

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Medidas radicais começam a ser preparadas por
vizinhos para chamar a atenção das autoridades

Cansados de esperar, os moradores estão pensando em radicalizar se a reunião com a direção da Casan não surtir efeito positivo. A idéia é quase uma tática de guerrilha. “Ou vamos estourar o rio [abrindo passagem para que a água completamente poluída desemboque no mar] ou vamos fechar a saída do esgoto”, especula Carmem Lucia Rosa.
Outra estratégia promete levar a denúcia diretamente aos próximos turistas que tentarem desembarcar no trapiche de Canasvieiras. A comunidade pensa em ir até o local de desembarque com cartazes explicando como o descaso das autoridades está prejudicando a vida de quem mora no local e contribuindo para a poluição do meio-ambiente.
Carmem sabe que são medidas extremas. Mas a paciência da população se esgotou. “Os técnicos da Fatma vieram aqui na rua e detectaram que somente uma casa jogava o esgoto diretamente na rua. Ainda assim, era de um alemão que recém havia comprado o imóvel e não sabia de nada. Ao saber do fato, ele mesmo corrigiu a situação. Então fica complicado, pois todo mundo paga os impostos, faz tudo certo e não tem o retorno”, desabafa a moradora.

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Camping sofre conseqüências

“Sempre teve este mau cheiro, mas este ano é ainda pior. Já pensei em levantar acampamento e ir para Garopaba”, lamentou Edgar Albarus. Pelo quarto ano veraneando no camping Costa do Sol, ao lado do Rio do Brás, o visitante de Porto Alegre (RS) está inconformado com o problema. Mais indignada está a administração do empreendimento, que já perdeu 25 famílias.
“Eles entraram, deram uma volta no camping e foram embora por causa do cheiro do rio, que fica aqui ao lado. Mais grave que o prejuízo financeiro é a imagem daqui, que fica manchada”, comentou a recepcionista Maiara Pereira Miranda.
Natural de Capivari (RS), Fabiano Souza Homem concorda. Ontem, no seu último dia de férias, estava indo embora decepcionado. “A estrutura do lugar aqui é ótima. Muito boa mesmo. Mas este cheiro aqui é insuportável”, afirmou. O administrador operacional do camping, Lindomar Miranda, citou um exemplo de uma família que chegou na última quarta-feira. “Estavam praticamente instalados, mas quando perceberam o cheiro foram embora imediatamente. Não ficaram nem meia hora aqui”, contou. Indignado, Miranda citou que o negócio tem 26 anos de existência e já ganhou o prêmio Top of Mind. “Mas as pessoas vêem isso na internet, chegam e nos perguntam como é que ganhamos o prêmio com um cheiro destes aqui no lado”, concluiu.

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Mau cheiro cancela festa e assusta
turistas trazidos por transatlântico

Segundo Carmem Lucia Rosa, que mora no local, a solução ainda não veio. “Falam tanto nos turistas, mas é preciso falar nos moradores e nos turistas. Pelo visto, Florianópolis não tem estrutura para turismo. Muitos visitantes que vieram para cá já foram embora indignados com o cheiro deste rio”, afirma. A última noite de Natal Carmem precisou comemorar longe de casa. De acordo com ela, o cheiro estava insuportável e a família foi obrigada à ir para a casa de parentes.
Elizabete Esteves, que é vizinha de Carmem, denuncia que o problema já afastou pelo menos um dos navios que veio aportar em Canasvieiras. “Os turistas desceram no trapiche, sentiram o mau cheiro, voltaram para o navio e simplesmente foram embora”, comentou. “Do que adianta levar o boi-de-mamão para eles conhecerem nossa cultura, se não ficam aqui?”, indaga Carmem.
O superintendente da Casan na região metropolitana de Florianópolis, Carlos Alberto Coutinho, não pôde apresentar a versão da empresa para os fatos pois estava em uma audiência na Justiça. Por intermédio da assessoria de imprensa da estatal, ele confirmou apenas que a comissão de moradores vai se reunir com o presidente da empresa, Walmor de Luca, na próxima quarta-feira.

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Cidades

Bombeiros mirins recebem reforço na abertura das aulas

Preparação de alunos para emergências segue durante ano letivo

Um garoto cai da escada, machuca a mão e sente a dor de uma luxação no pulso. Apesar do susto, nada de mais grave aconteceu. Isso porque um grupo de alunos da escola Anísio Teixeira, na Costeira do Pirajubaé, sabia exatamente o que fazer para ajudar o colega. A habilidade demonstrada durante os primeiros socorros não é mero acaso. O grupo de socorristas faz parte da brigada do Projeto Bombeiro Mirim de Florianópolis, formado por crianças matriculadas na rede pública municipal. A preparação dos estudantes para situações de emergência terá seqüência neste ano letivo, a partir da segunda quinzena de fevereiro, de acordo com Charles Schnorr, coordenador do projeto.

2007
Grupo de 590 estudantes receberam diplomas após treinamento
Assessor pedagógico da Secretaria Municipal de Educação, Schnorr é também bombeiro comunitário e atual na Defesa Civil local. Segundo o coordenador dos bombeiros mirins, a participação das crianças não fica restrita a atividades na escola. “Muitas vezes, eles orientam os pais em casa. Em uma das aulas explicamos, por exemplo, que os botijões de gás devem ficar afastados dos fogões, ao contrário do que muitos pais fazem. Então, os alunos ajudaram a orientar as famílias para evitar acidentes domésticos”, argumenta.
No ano passado, 590 alunos foram diplomados, em 10 escolas de ensino fundamental. Durante o treinamento, que tem 40 horas-aula, os alunos recebem instruções para enfrentar diversos desafios. As crianças, normalmente da 3ª série, aprendem a prevenir e combater incêndios e reconhecer animais venenosos, por exemplo. O projeto ensina também aos alunos noções de salvamento na água, em matas e a respeitar os riscos enfrentados nas grandes alturas.
O curso também aborda questões de cidadanias. As drogas e seus efeitos entram no currículo das aulas dos bombeiros mirins. Outro aprendizado deles é como prevenir acidentes, através do uso de hidrantes, extintores e portas corta-fogo e fumaça. A prevenção de acidentes ainda prevê os cuidados com a rede elétrica e como agir em momentos crítico “sem deixar a emoção superar a razão”, como explica Schnorr. Também aprendem a fazer salvamentos terrestres, ajudar pessoas perdidas na mata, e respeitar grandes alturas e o meio ambiente. Professores e diretores de escolas de Florianópolis também serão treinados em ações e reações em situações de perigo. Cerca de 90 unidades de educação serão beneficiadas com a iniciativa, segundo Schnorr.

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Modelo local vira exemplo no Brasil

O trabalho dos bombeiros mirins em Florianópolis chamou a atenção de professores e bombeiros de outros estados durante o 3º Seminário Internacional de Defesa Civil, realizado em Olinda (PE), no final do ano letivo de 2007. A troca de experiências deve começar a partir de março “Vamos receber bombeiros do Pará, do Distrito Federal, da Bahia, do Rio Grande do Sul e do Mato Grosso para treinamento sobre a implantação do projeto nas escolas públicas destes estados”, afirma o comandante do 1º Batalhão de Bombeiros Militar de Santa Catarina, major Evandro Gevaerd.
Segundo o oficial, o treinamento desse pessoal será possível com a parceria entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UFSC) e a Secretaria de Segurança Pública (SSP), que deverá definir o formato deste curso. Charles Schnorr conta que representantes de bombeiros de outros países também se impressionam com o trabalho realizado em Florianópolis. “Em Portugal, há os “Bomberitos”, no qual crianças desde cedo freqüentam os quartéis e a Escola Nacional de bombeiros daquele país, da mesma forma que acontece aqui”, destaca.
Os bombeiro mirins têm ainda acesso ao sistema de emergência: Corpo de Bombeiros (193), Samu (192), Polícia Militar Rodoviária de Santa Catarina (198), Polícia Militar (190) e Defesa Civil (199).

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Jurados definem músicas para concurso

Das 89 composições inscritas, 26 vão participar da final no vão central do Mercado Público

Já estão definidas as 26 composições finalistas do 8º Concurso de Músicas de Carnaval. Elas foram selecionadas entre o total de 89 inscritas. As finalistas estão divididas em duas categorias: 13 marchas e 13 marchas-rancho. A disputa das campeãs será realizada em três etapas - duas eliminatórias, que acontecem dias 22 e 23, a partir das 19 horas, e a grande final, no dia 24, no mesmo horário, no vão do Mercado Público Municipal, com acompanhamento musical da banda Calibra.

Prêmio
Três primeiras classificadas dividirão R$ 4,7 mil, proporcionalmente
Em cada eliminatória apresentam-se 12 composições, seis de cada categoria, na qual se classificam três marchas e três marchas-rancho. Das seis finalistas em cada categoria, serão premiadas as três primeiras colocadas. A primeira colocada recebe R$2 mil, a segunda ganha R$ 1,5 mil e a terceira R$ 1,2 mil. Além do prêmio em dinheiro, os compositores das canções campeãs terão suas músicas divulgadas pelas bandas que vão animar o Carnaval 2008.
Só participam do concurso composições inéditas. Caso alguma delas tenha sido inscrita em concursos anteriores, estará sujeira à desclassificação. A comprovação do plágio ou o não comparecimento ao único ensaio no teatro da União Beneficente União Operária (Ubro), no dia 21 às 18 horas também elimina a música candidata.
Segundo o coordenador do concurso, André Calibrina, o critério utilizado na escolha das composições foi a qualidade de gravação, a criatividade, a riqueza de poesia e melodia e o tema. “Foi uma escolha minuciosa e cansativa, pois tivemos de escutar todas as músicas de forma igual e isenta. Mas vale a pena, pois é uma forma de resgatarmos a origem do Carnaval”, conta. Os doze integrantes da banda Calibra participaram da comissão julgadora das canções.

Pré-selecionadas
Planeta Atântida
Categoria marcha
• Relaxa e Goza (Irê Silva e José Nazareno)
• A Volta do Berbigão do Boca (Paulo Sérgio Góes - Paulinho Carioca)
• Pede pra Sair (Wellinton Carlos Corrêa)
• Cuidado Valentão (Juraci Pereira)
• Ilha da Magia (Altair Moisés Rodrigues)
• Vaca Adulterada (Eliane Fraga)
• Papagaio Louco (José Antônio Vicente - Vicente Marinheiro)
• E Tem Gente que não Gosta (Zinho/Márcio Pedrini/Cezinha)
• Marcha do Aposentado (Josué Costa e Márcio Pedrini)
• O Elevador (Túlio Batista)
• Samuca (Cley M. Pereira)
• Ô Zé (Cley M. Pereira)
• O Dentista e a Sogra (Davi de Floripa)

Categoria marcha-rancho
• Prazer do Folião (Tânia Aparecida Buch)
• Passarela da Ilusão (Édison Camargo Evangelho)
• Meu Palhaço Preferido (Édison Camargo Evangelho)
• Saudade do Rei (Josué Costa)
• Desterro (Ary Cândido Martins Filho e Paulo Roberto de Oliveira)
• Lágrimas de Carnaval (Li de Souza)
• Por Ti (Zinho)
• Carnaval do Amor (Denise de Castro)
• Partilha (João Paulo e Zé Pereira)
• Cá Entre Nós (Tiago Brizolara da Rosa)
• Turbilhão (Davi de Floripa)
• Rancho da Esperança (Marco Wagner)
• Quero Minha Ilha de Volta (Bira Pernilongo)

Informações: André Calibrina (9958-8514), coordenador.

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Sinal verde para festa no Planeta Atântida

Portões abrem a partir das 16 horas, facilitando acesso ao parque

Uma imensa estrutura montada ao lado da SC-401, no Norte da Ilha, vai receber a partir de hoje a maior festa do verão catarinense, o Planeta Atlântida. A estréia do evento terá Ivete Sangalo, Jorge Benjor, O Rappa e o duo internacional Skazy, entre as outras atrações nos palcos principal - este com 1200 metros quadrados, considerando área cênica e bastidores - e nos dois paralelos. Ao todo, o Parque do Planeta tem 120 mil metros quadrados, o equivalente a oito campos de futebol.
Para receber com conforto e segurança o público de aproximadamente 35 mil pessoas em cada dia de evento, 2,5 mil pessoas estão trabalhando diretamente no evento. Mais 5 mil pessoas estão envolvidas indiretamente para preparar a estrutura do parque: um arsenal de equipamentos de luz e som, cabos, praça de alimentação, serviços de segurança e saúde. “A estrutura é toda modular, semelhante ao equipamento utilizado na montagem de Fórmula 1, com alta tecnologia para oferecer mobilidade e ser erguida com agilidade”, explica Macgyver Zitto, coordenador geral de produção e diretor técnico do evento.
Foram usadas 12 carretas, cada uma com capacidade para 25 toneladas, para transportar os equipamentos de iluminação. Se unir os cabos e fios para interligar a eletricidade e elementos eletroeletrônicos, totalizaria uma extensão de 180 quilômetros, pouco mais da distância entre Florianópolis e Joinville. “O efeito luminoso do Parque do Planeta pode ser avistado a distância de 14 quilômetros por quem estiver sobrevoando a área durante a noite “, exemplifica Zitto.
O som tem a potência de 140 decibéis e poderá ser ouvido a um distância de um quilômetro, sem perda de qualidade. “Utilizamos um equipamento chamado de line array, que oferece tanto ao planetário que está na frente do palco como o que está a 600 metros, a mesma percepção sonora e o mesmo nível de pressão do som. Assim, nem o que está na frente fica surdo e nem o que está distante deixa de ouvir”, explica Zitto.
Os portões do Parque do Planeta abrem a partir das 16 horas. Hoje sobem ao palco as bandas NX Zero, O Rappa, Charlie Brown Jr, Jorge Benjor, Ivete Sangalo, Banda Eva e o duo eletrônico israelense Skazy. Amanhã é dia de show de Fresno, Jeito Moleque, Skank, Papas da Língua, Nenhum de Nós, Inimigos da HP, Armandinho e o DJ holandês Armin van Buuren.

Dicas aos planetários:

Retirada dos ingressos
Quem optou por retirar nas bilheterias do festival os ingressos adquiridos pela internet (via site do evento) deve portar documento de identidade (original ou cópia) informado nos seus dados cadastrais no momento da compra e o cartão de crédito (original ou cópia) de quem realizou o pagamento. Caso você não tenha usado o seu próprio cartão de crédito e também não seja filho(a) do titular utilizado na compra dos ingressos, é necessário trazer uma autorização do mesmo para poder retirar os ingressos. O horário da retirada dos ingressos é das 10 horas da manhã até a meia-noite de hoje e amanhã.

Transporte coletivo
A partir das 14 horas de hoje e de amanhã, 125 ônibus sairão do Ticen de cinco em cinco minutos com destino ao Parque Planeta. Além disso, 15 ônibus estarão de plantão durante os horários de pico no sentido Ticen-Norte da Ilha. Haverá ainda 15 microônibus executivos (com capacidade para 21 pessoas) e seis executivos especiais, que comportam 42 passageiros. Para a volta do festival até o centro, estão programados 90 ônibus e mais 55 de plantão (sendo 10 articulados), que sairão conforme a demanda de pessoas voltando para casa. Desta forma, o público não vai precisar esperar ou pegar filas para ir embora. A operação será repetida no sábado.

Estacionamento
Aqueles que preferirem ir ao festival com veículo próprio terão à disposição um amplo estacionamento com 5 mil vagas com entrada pela rua Francisco Germano da Costa (antiga Virgílio Várzea, nos fundos do Parque Planeta). Por R$ 15,00, o espaço conta com equipe de segurança privada e o reforço da cavalaria da Polícia Militar e Guarda Municipal de Florianópolis, bem como refletores e seguranças por todo o trajeto do local até a entrada do Parque Planeta. Portadores de ingresso para camarotes têm à disposição vans para transportá-los até a entrada dos camarotes. Quem vai para a pista, deve percorrer a pé os 1500 metros que separam o estacionamento da entrada principal do Parque Planeta, já na SC-401. Outra opção é estacionar no terreno ao lado do campus da Unisul, na rodovia SC-401, próximo ao Parque Planeta, a um custo de R$ 30,00.

Saúde
Nos dois dias de festival estarão disponíveis duas ambulâncias com UTI completa e um ambulatório fixo, composto por 28 médicos, oito enfermeiros, 26 profissionais técnicos de enfermagem, 12 socorristas e dois farmacêuticos.

Segurança
Foi contratada uma empresa de segurança privada que contará com 350 pessoas por dia, apoiada por uma central que irá trabalhar com 30 câmeras de monitoramento de imagens. Haverá também uma operação integrada das Polícias Civil e Militar, Polícia Rodoviária Estadual e Guarda Municipal com um efetivo de mais de 200 homens por dia, com atuação desde os meios de acesso ao evento e se estendendo no apoio interno no Parque Planeta. Também será montada uma delegacia dentro das instalações do festival.



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