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Joinville Sábado, 03 de novembro de 2007 Santa Catarina - Brasil

Geral - AN Cidade Edenilson Leandro
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edenilson.leandro@an.com.br

Tigre/Unisul

Jogador é operado do coração

Problema de nascimento só seria sentido pelo meia Alisson, 19 anos, depois de passar dos 30

Aparentemente saudável, com uma rotina puxada de esforços físicos e sem antecedentes entre os familiares, o jogador da Tigre/Unisul Alisson Henrique, 19 anos, foi pego de surpresa quando descobriu que tinha um problema cardíaco. Um exame preventivo para temporada de vôlei, realizado em agosto, revelou que o coração dele tinha uma falha congênita. Na quinta-feira, Alisson passou por uma cirurgia no Hospital Dona Helena e poderá voltar à quadra em 60 dias.

Cuidado
Exames de rotina, em agosto, apontaram a falha no coração do meio-de-rede Alisson, do time de vôlei da Tigre/Unisul
De acordo com o médico da Tigre/Unisul, Calisto Barcha Neto, a cirurgia corretiva foi realizada para evitar problemas de saúde dentro de alguns anos. "A curto prazo, ele não teria qualquer tipo de complicação e poderia continuar jogando normalmente. A partir dos 30 anos, o jogador corria o risco de ter arritmias", explicou. Calisto acompanhou toda a situação clínica de Alisson.
A cirurgia, que teve como responsável o cirurgião cardiologista Martin Burger, durou aproximadamente duas horas. Alisson teve a companhia da mãe, Neide, que veio de Brasília para cuidar do filho, uma das apostas do técnico Giovane Gávio, da Tigre/Unisul.
Quando ficou sabendo do problema cardíaco, em agosto, o jogador pediu licença para ficar com a família. "Precisava ficar com eles e tranqüilizá-los sobre a cirurgia", contou o meio-de-rede, ontem à tarde, recuperando-se da operação. Foi após um ecocardiograma, exame mais detalhado do coração, que ele ficou sabendo da doença congênita. "Fui pego de surpresa e não tenho conhecimento de outros casos entre meus familiares. Nunca senti nada, nenhum tipo de sintoma."
Uma parte do coração, chamada atrial, deveria ter se fechado quando Alisson nasceu, mas permaneceu aberta, o que motivou a correção por meio de cirurgia.
Alisson foi contratado em junho. Antes, jogava em Brasília, cidade onde morava com a família. O jovem de 2m08 chegou a fazer exames na Capital Federal, mas nenhum apontou a cardiopatia. O meio-de-rede ainda não chegou a atuar oficialmente pela Tigre/Unisul.

O problema de Alisson
- Quando ainda está no ventre, a oxigenação do sangue do bebê é feita pela mãe, e o coração da criança tem uma pequena abertura entre os atriais (divisão superior do órgão).
- No nascimento, quando a criança respira pela primeira vez, a ligação entre os atriais é fechada para que o coração do bebê faça sozinho o bombeamento e oxigenação do sangue.
No caso de Alisson, a comunicação continuou aberta, com fissura de 11 milímetros.
- O cirurgião cardiologista Martin Burger fez uma cirurgia para corrigir a falha congênita. A abertura foi fechada.
- Segundo o médico, Alisson poderia continuar jogando, mas entre os 30 e 40 anos teria complicações como hipertensão pulmonar.

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Retorno

Lora voltou para casa

Papagaio da família Veiga foi devolvido depois de 24 dias

A cantoria voltou a soar na casa dos Veiga. Depois de 24 dias longe de casa, o papagaio fêmea Lora foi devolvido e está novamente na sua gaiola.
No final da tarde de quarta-feira, o empresário Vilson Veiga recebeu a ligação de uma mulher. Ela informou que tinha encontrado a Lora caminhando, perdida na frente da casa da família e resolveu levá-la para o apartamento onde vive, no bairro Fátima. “Quando a mulher chegou aqui em casa, a Lora estava numa caixa. Quando nos viu começou a cantar ‘parabéns a você’ e a chamar ‘viva o fofinho!’. Aí vi que era ela”, disse Veiga.
Durante os dias de ausência da ave, o empresário colocou duas placas na frente da casa oferecendo dinheiro para quem a encontrasse. A promessa foi cumprida. A mulher que achou o papagaio ganhou uma recompensa de R$ 300,00. “Nunca recebi tantas ligações de pessoas querendo ajudar. Foram umas 40. Teve até gente de São Bento do Sul preocupada”, contou Veiga.
Agora, com a Lora em casa, ele promete colocar uma outra faixa agradecendo o apoio das pessoas. Os filhos do empresário, Diogo, de quatro anos, e Matheus, de sete, e a mulher Francine não saem de perto da Lora. Quinta-feira à tarde, ainda assustada com o situação, ela tentava cantar mas estava tímida. A família acha que ela se recupera da aventura que viveu longe de casa. “Vamos ter mais cuidado para ela não fugir de novo”, disse Veiga.

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Turismo

Joinville entre os destinos da América do Sul

Joinville esteve em evidência na Europa durante a entrega do prêmio "Swiss Tourism Awards 2007", na categoria Patrimônio Preservado. O título foi entregue à delegação joinvilense comandada pelo vice-prefeito Rodrigo Bornholdt e pelo presidente da Fundação de Promoção do Turismo (Promotur), Vilmar de Souza, durante o Salão Internacional de Férias de Lugano, na Suíça.
O Swiss Tourism Awards iniciou com premiações regionais e a partir do ano passado tornou-se internacional. Por meio de entrevistas com visitantes, a feira busca informações junto a órgãos oficiais de turismo e pesquisas e os organizadores descobrem novos destinos. Pela primeira vez, entre os 30 homenageados figuram destinos da América do Sul: Bogotá e Cali na Colômbia, Huaraz no Peru, Puerto Natal no Chile, Ilhas Antigua e Barbuda no Caribe, Foz do Iguaçu e Joinville no Brasil.
Também foram homenageados Espanha, os Mitos da Grécia, a Bela Itália, Paraíso Eslovaco, Sarajevo na Bósnia, Tirana na Albânia, as cidades de Koprivshititsa e Plodoviv, na Bulgária .

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Festa das Flores dá destaque ao município

Além do destaque no evento na Suíça, Joinville já está sendo divulgada ao lado de importantes destinos turísticos mundiais. A cidade ganhou uma página no site www.iviaggiatori.org e uma página na revista Magazine Iviaggiatori – Guia Turístico, distribuída durante o Salão Internacional de Férias de Lugano.
O argumento para privilegiar Joinville com a menção na categoria Patrimônio Preservado deve-se, principalmente, à Festa das Flores. Realizada há 68 anos pela Agremiação Joinvilense de Amadores de Orquídeas (Ajao) e Promotur, com atividades que orientam para a preservação ecológica, a festa é conhecida em todo o Brasil e no exterior.
Ainda na década de 1980 a Festa das Flores foi agraciada com troféus de destaque nacional. Em 2007 terá expositores de entidades orquidófilas de diferentes partes do Brasil e servirá como preparação para a exposição internacional de orquídeas em 2008, que irá marcar os seus 70 anos de realização. Na ocasião a Universidade da Região de Joinville (Univille) promoverá também a Conferência Internacional de Biodiversidade e Conservação da Mata Atlântica.

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Abastecimento

Você poderá ganhar um hidrômetro novo

Águas de Joinville troca equipamentos e caixas de leitura

Kelly Müller

A Companhia Águas de Joinville está decidida em cobrar cada gota de água que é consumida na cidade. O Programa de Hidrometração, que iniciou em 2005 e tem como principal fim medir corretamente o consumo em Joinville, deve iniciar uma nova fase em 2008.

Situação
Hoje, dos 126 mil hidrômetros instalados na cidade, 24 mil são novos e outros 56 mil foram recém trocados
Além da instalação de hidrômetros modernos em todas as residências atendidas, a companhia vai iniciar, em janeiro, a padronização da localização desses equipamentos.
O objetivo é instalar as caixas nos muros, o que protege melhor o equipamento e facilita a leitura. A partir do ano que vem, todas as novas instalações serão feitas de acordo com o programa. Com o tempo, os equipamentos antigos serão trocados.
Segundo o gerente comercial da Águas de Joinville, Gerson Duarte, quando a companhia assumiu a administração do uso da água na cidade, o consumo na maioria das casas era medido por equipamentos velhos ou, o que é pior, nem era medido.
"Há cinco anos não eram instalados novos hidrômetros em Joinville. Encontramos casas em bairros com diferentes realidades socioeconômicas, como Jardim Paraíso e América, que pagavam apenas a taxa mínima de ligação por causa dessa falta de adequação”, afirma o gerente.
A instalação dos novos hidrômetros foi responsável por boa parte das reclamações que a companhia recebeu nos últimos meses. Na maioria dos casos, eram famílias que tinham um consumo bem maior do que a taxa básica. Como estavam sem hidrômetro, ou com equipamentos danificados, o consumo era medido abaixo do verdadeiro.
"Muitos moradores não sabiam o quanto gastavam ou por meio da medição descobriram vazamentos. Por causa disso, deixamos de cobrar os dois primeiros meses depois da instalação, para que algumas pessoas pudessem reduzir o consumo e se organizar para pagar o valor correto”, explica.
Hoje, dos 126 mil hidrômetros da cidade, 80 mil foram renovados ou recém instalados. Destes, 24 mil foram em lugares onde não existia o equipamento.
A substituição, para Águas de Joinville, teria reduzido em 12 pontos percentuais o desperdício da cidade. Até então, 64% da água de Joinville era desperdiçada. Após renovar todo o sistema, a meta será manter os equipamentos sempre com menos de cinco anos.
“Graças a isso, o sistema de abastecimento está equilibrado. Os reservatórios da cidade estão cheios, ao contrário de alguns anos atrás. Um diagnóstico mostrou que as pessoas que não têm o medidor gastam, em média, três a cinco vezes mais do que aqueles consumidores que têm”, explica Duarte.

kelly.muller@an.com.br

- O hidrômetro é usado para medir o que se gasta de água
- O consumo é medido de acordo com a velocidade com que a água passa pelo equipamento.
- Tem uma margem de erro de 5 pontos.
- Os hidrômetros novos têm os números que indicam o consumo inclinados, para facilitar a leitura pelos funcionários.
- Também medem o consumo em litros.
- Custam R$ 43,00, valor que não é repassado ao consumidor.

Controle o uso
- Os números em preto no hidrômetro indicam o consumo em metros cúbicos (mil litros).
- Para saber o quanto você usou, basta olhar o número da sua conta anterior.
- Desconsidere o número vermelho, que é de fração (também não é usado pela companhia).

153 litros é o volume médio de consumo por dia de uma pessoa de classe média no Brasil.

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Patrimônio

Praças de São Francisco serão reformadas

Estão abertas as licitações para as obras de revitalização das praças da Bíblia, na esquina das ruas Professor Joaquim Santiago, Fernandes Dias e Marechal Deodoro, e da Carioca, no centro histórico de São Francisco do Sul. As obras devem custar aproximadamente R$ 100 mil e devem ficar prontas em três meses.
No dia 22 de novembro será o prazo acaba para a entrega das propostas. A Prefeitura também deve dar início à licitação para a a implantação do estacionamento turístico no centro histórico, na esquina das ruas Coronel Carvalho e Manoel Gomes de Araújo. A obra do estacionamento está estimada em R$ 450 mil. A previsão é de que o local fique pronto em oito meses. Os editais estão no site saofranciscodosul.sc.gov.br.

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Zona leste

Iniciada mais uma etapa do Eixo Ecológico

A Prefeitura de Joinville inicia esta semana as obras do trecho entre as ruas Limeira e Noruega, no bairro Boa Vista, que faz parte do projeto Eixo Ecológico Leste. Nesta nova etapa estão sendo aproveitadas as vias já existentes. que receberão asfaltamento, ciclovias e sinalização, num investimento de R$ 2,5 milhões.
As obras também incluem a implantação de duas novas galerias de concreto, uma na rua Pedro Álvares Cabral e outra na rua Matilde Amin. O prazo para execução das obras é de oito meses, com recursos da Prefeitura e financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A segunda etapa compreende ainda a abertura de via entre as ruas Juliano Moreira e Limeira, em fase de licenciamento ambiental. Além de ser uma importante obra no sistema viário do município, o eixo tem caráter ecológico, pois vai delimitar as áreas de influência da ocupação urbana sobre as áreas de preservação do mangue.

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69

É o número de cargos para os quais o Hospital São José está abrindo, nesta segunda-feira, uma seleção especial (trabalho temporário). As inscrições podem ser feitas pela internet (joinville.sc.gov.br) até o dia 19.

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Emoção

"O que estiver ao meu alcance, farei. Deus não me abandonará". Com essa mensagem, professores, funcionários e alunos do Colégio dos Santos Anjos prestaram a última homenagem à irmã Cleófa Hoepers, que morreu na quinta-feira e foi sepultada ontem, no Cemitério Municipal. Dezenas de coroas de flores foram enviadas para a Catedral de Joinville, onde a religiosa foi velada.

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Escotismo

Alerta até na chuva

Grupos de escoteiros da região se reúnem no CTG Chaparral

Carolina Spricigo

O primeiro grande desafio do estudante Leonardo Vieira da Costa Pereira, 18 anos, no 22º Escoteiros Locais em Operação (ELO) Nacional, na União dos Escoteiros do Brasil (UEB), foi almoçar. Com os olhos vendados, como se fosse deficiente visual, ele teve de depender dos amigos para chegar até a cozinha, fazer o prato, sentar, encontrar os talheres e comer.

Elo
Evento chamado de Escoteiros Locais em Operação Nacional é realizado, simultaneamente, em todo o País
Escoteiro há oito anos, Leonardo aprendeu como é não poder enxergar e disse que saberá ajudar quando uma pessoa com deficiência visual estiver precisando. “A gente perde um pouco do senso de direção, não sabe o que vai comer, se a comida do prato acabou. Não parecia tão difícil, mas é”, avaliou o garoto, após a prova.
A tarefa faz parte das atividades do encontro Elo Nacional, que reúne cerca de 500 escoteiros com idade a partir de dez anos da região Norte de Santa Catarina no CTG Chaparral, na Estrada da Ilha, no bairro Cubatão, para dar continuidade às celebrações do Ano do Centenário do Movimento Escoteiro. Doze grupos de sete cidades catarinenses – Joinville, São Bento do Sul, Rio Negrinho, São Francisco do Sul, Jaraguá do Sul, Guaramirim e Rio do Sul – participam do encontro, que vai até domingo, às 11 horas. Este é o acampamento anual da UEB e ocorre simultaneamente em todo o Brasil.
Durante os três dias de encontro, os escoteiros vão treinar primeiros socorros em um jogo, fazer caminhadas e percurso com jangada e ainda participar de oficina de “pioneirias”, montagem de mesas e bancos para acampamentos.
Para o chefe do Grupo Escoteiro Dom Pedro 1º, de Joinville, Marcus Vinícius de Souza Nogueira, o encontro será uma oportunidade de os escoteiros aprenderem a lidar com as adiversidades, além de trocar experiências, aprender sobre a conscientização ambiental e sobre cidadania. “Com esta chuva, algumas das atividades que estavam programadas terão de ser adaptadas. Nada será exatamente como programamos”, conta Marcus, que levou 55 escoteiros do grupo ao encontro.
A assistente do ramo pioneiro do Grupo Escoteiro Príncipe de Joinville, Juliana Tiburtius, acredita que o encontro com outros grupos da região é uma forma de adquirir conhecimento pelo lazer. “Esta experiência será ótima, porque os grupos terão contato com outras pessoas, culturas diferentes. Além de trocarmos experiências, vamos integrar os jovens e proporcionar amizades duradouras”, diz a diretora do Grupo Escoteiro do Mar Capitão Comandante Hassel, Márcia Regina Carlon.
Hoje (sábado), se o tempo ajudar, os grupos vão participar do “fogo do conselho”, uma reunião em torno da fogueira, na grama, com apresentações de peças de teatro e canções. “Se chover, vamos adaptar a brincadeira e apresentar os trabalhos com um lampião no lugar da fogueira, dentro de um galpão”, diz o organizador do evento em Joinville, Mauro Lorenzi.

carolina.spricigo@an.com.br

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Crianças também na brincadeira

A chuva intensa deixou os 18 escoteiros do Grupo Escoteiro Rota do Sol, do Jardim Paraíso, chateados, mas não desanimou as crianças a partir de 11 anos, que estavam ansiosas com as brincadeiras que estavam por vir. “Nosso grupo é voltado para crianças carentes. Estamos todos buscando uma realidade diferente do dia-a-dia delas no bairro”, conta o diretor presidente do grupo, Maurício Busarello.
O grupo foi fundando oficialmente há três meses, no dia 5 de agosto, e teve a primeira experiência com acampamentos no 22º Elo Nacional, na União dos Escoteiros do Brasil. “Durante toda a semana eles estavam ansiosos para a chegada do encontro. Tudo para eles é novidade. Será uma ótima oportunidade para aprendermos novas brincadeiras, novas cantigas, trocar experiências e fazer amizades.”

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Cultura

Júri escolhe os finalistas para oficina literária

No dia 6 de novembro, cinco jurados se reúnem para definir os dez finalistas de cada categoria do 4º Prêmio Joinville de Expressão Literária. Mais de 300 textos foram inscritos.
Os finalistas terão direito de participar de uma oficina literária ministrada pelo escritor Rubens da Cunha, no dia 17 de novembro, no galpão da Cidadela Cultural Antarctica. "A participação é apenas um espaço a mais para discutir e aperfeiçoar os textos produzidos", explica o coordenador do concurso César Döhler.
No dia 21 de novembro, na Livraria Midas, a escritora Gloria Kirinus ministra uma palestra/oficina para professores de português. Às 17h, a autora autografa o livro "Quando as Montanhas Conversam", da editora Paulinas. À noite, no hotel Tannenhoff, ocorre o evento de entrega dos prêmios aos vencedores da quarta edição do concurso. Os finalistas de 2006 e 2007 integram a segunda coletânea do Prêmio, a ser lançada no ano que vem.

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Dez

É o número de quadras cobertas que devem ser construídas em escolas municipais nos próximos meses. No dia 21, serão entregues as quadras das escolas Zulma do Rosário Miranda, no Costa e Silva, e Dr. José Navarro Lins, no Comasa.

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Rua alagada

Parte da rua Tim Maia, no bairro Vila Cubatão, ficou alagada na tarde de ontem. A forte chuva que caiu na região deixou moradores preocupados. Para chegar em casa, Ângelo Safanelli precisou passar pela água. Segundo o presidente da Associação de Moradores do bairro, Iramar João Viana, o problema se repete a cada chuva. "A rua alagou várias vezes na última semana, sempre que chovia", resumiu Viana.

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Comunidade

Seu Guilherme termina a obra

Aposentado trabalhou por um ano e meio em púlpito para presentear uma igreja adventista

O trabalho exigiu muita paciência, mas o resultado final surpreende quem entra na Igreja Adventista do 7º Dia, no bairro Nova Brasília. Há um mês, o aposentado Guilherme Fuckner entregou ao templo um púlpito esculpido por ele mesmo em um tronco de árvore. O trabalho durou um ano e meio, e agora o seu sonho está realizado. O púlpito é o local onde ficam os pregadores durante o culto.
O tronco de eucalipto, com um metro e dez centímetros de altura e 75 centímetros de diâmetro, foi transformado em uma tribuna de um metro de altura e dez centímetros. Na frente, há um pequeno espaço onde foi feito um calvário. Uma luz indireta dá um toque especial neste local. Logo abaixo, as Tábuas da Lei com os dez mandamentos complementam a obra. Em vez da pintura na madeira, há somente um verniz. Atrás (no local onde fica o pastor) tem três prateleiras para colocar livros de canto e Bíblia. “Entregar este púlpito para a Igreja foi a realização de um sonho. Estou emocionado e feliz”, diz Guilherme.
Ele conta que nada das peças foi colado. Tudo foi esculpido na madeira. Durante este um ano e meio, o aposentado dava um jeito de, quase todos os dias, fazer alguma coisa na obra. Guilherme não tinha muito tempo, porque ainda ajuda o seu filho em uma empresa de esquadrias. “Mas se não dava para trabalhar durante a semana, para compensar, nos finais de semana eu passava o dia esculpindo”, diz.
A madeira ele ganhou em 2005 em uma serraria da estrada de Blumenau. Seu Guilherme acredita que o tronco pode ter cerca de 200 anos. Agora ele está ansioso para que a Igreja seja inaugurada. A data ainda não foi definida, mas será no próximo mês. O templo está sendo construído há quatro anos e, por enquanto, os cultos ocorrem em um galpão, no mesmo bairro.



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