Tigre/Unisul
Jogador é operado do coração
Problema de nascimento só
seria sentido pelo meia Alisson, 19 anos, depois de passar dos
30
Aparentemente saudável, com uma rotina puxada de esforços
físicos e sem antecedentes entre os familiares, o jogador
da Tigre/Unisul Alisson Henrique, 19 anos, foi pego de surpresa
quando descobriu que tinha um problema cardíaco. Um exame
preventivo para temporada de vôlei, realizado em agosto,
revelou que o coração dele tinha uma falha congênita.
Na quinta-feira, Alisson passou por uma cirurgia no Hospital
Dona Helena e poderá voltar à quadra em 60 dias.
Cuidado
Exames de rotina, em agosto, apontaram a falha no coração
do meio-de-rede Alisson, do time de vôlei da Tigre/Unisul |
De
acordo com o médico da Tigre/Unisul, Calisto Barcha Neto,
a cirurgia corretiva foi realizada para evitar problemas de saúde
dentro de alguns anos. "A curto prazo, ele não teria
qualquer tipo de complicação e poderia continuar
jogando normalmente. A partir dos 30 anos, o jogador corria o
risco de ter arritmias", explicou. Calisto acompanhou toda
a situação clínica de Alisson.
A cirurgia, que teve como responsável o cirurgião
cardiologista Martin Burger, durou aproximadamente duas horas.
Alisson teve a companhia da mãe, Neide, que veio de Brasília
para cuidar do filho, uma das apostas do técnico Giovane
Gávio, da Tigre/Unisul.
Quando ficou sabendo do problema cardíaco, em agosto,
o jogador pediu licença para ficar com a família.
"Precisava ficar com eles e tranqüilizá-los
sobre a cirurgia", contou o meio-de-rede, ontem à
tarde, recuperando-se da operação. Foi após
um ecocardiograma, exame mais detalhado do coração,
que ele ficou sabendo da doença congênita. "Fui
pego de surpresa e não tenho conhecimento de outros casos
entre meus familiares. Nunca senti nada, nenhum tipo de sintoma."
Uma parte do coração, chamada atrial, deveria ter
se fechado quando Alisson nasceu, mas permaneceu aberta, o que
motivou a correção por meio de cirurgia.
Alisson foi contratado em junho. Antes, jogava em Brasília,
cidade onde morava com a família. O jovem de 2m08 chegou
a fazer exames na Capital Federal, mas nenhum apontou a cardiopatia.
O meio-de-rede ainda não chegou a atuar oficialmente pela
Tigre/Unisul.
O problema de Alisson
- Quando ainda está no ventre, a oxigenação
do sangue do bebê é feita pela mãe, e o coração
da criança tem uma pequena abertura entre os atriais (divisão
superior do órgão).
- No nascimento, quando a criança respira pela primeira
vez, a ligação entre os atriais é fechada
para que o coração do bebê faça sozinho
o bombeamento e oxigenação do sangue.
No caso de Alisson, a comunicação continuou aberta,
com fissura de 11 milímetros.
- O cirurgião cardiologista Martin Burger fez uma cirurgia
para corrigir a falha congênita. A abertura foi fechada.
- Segundo o médico, Alisson poderia continuar jogando,
mas entre os 30 e 40 anos teria complicações como
hipertensão pulmonar.
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Retorno
Lora voltou para casa
Papagaio da família
Veiga foi devolvido depois de 24 dias
A cantoria voltou a soar na casa dos Veiga. Depois de 24 dias
longe de casa, o papagaio fêmea Lora foi devolvido e está
novamente na sua gaiola.
No final da tarde de quarta-feira, o empresário Vilson
Veiga recebeu a ligação de uma mulher. Ela informou
que tinha encontrado a Lora caminhando, perdida na frente da
casa da família e resolveu levá-la para o apartamento
onde vive, no bairro Fátima. Quando a mulher chegou
aqui em casa, a Lora estava numa caixa. Quando nos viu começou
a cantar parabéns a você e a chamar
viva o fofinho!. Aí vi que era ela,
disse Veiga.
Durante os dias de ausência da ave, o empresário
colocou duas placas na frente da casa oferecendo dinheiro para
quem a encontrasse. A promessa foi cumprida. A mulher que achou
o papagaio ganhou uma recompensa de R$ 300,00. Nunca recebi
tantas ligações de pessoas querendo ajudar. Foram
umas 40. Teve até gente de São Bento do Sul preocupada,
contou Veiga.
Agora, com a Lora em casa, ele promete colocar uma outra faixa
agradecendo o apoio das pessoas. Os filhos do empresário,
Diogo, de quatro anos, e Matheus, de sete, e a mulher Francine
não saem de perto da Lora. Quinta-feira à tarde,
ainda assustada com o situação, ela tentava cantar
mas estava tímida. A família acha que ela se recupera
da aventura que viveu longe de casa. Vamos ter mais cuidado
para ela não fugir de novo, disse Veiga.
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Turismo
Joinville entre os destinos da
América do Sul
Joinville esteve em evidência na Europa durante a entrega
do prêmio "Swiss Tourism Awards 2007", na categoria
Patrimônio Preservado. O título foi entregue à
delegação joinvilense comandada pelo vice-prefeito
Rodrigo Bornholdt e pelo presidente da Fundação
de Promoção do Turismo (Promotur), Vilmar de Souza,
durante o Salão Internacional de Férias de Lugano,
na Suíça.
O Swiss Tourism Awards iniciou com premiações regionais
e a partir do ano passado tornou-se internacional. Por meio de
entrevistas com visitantes, a feira busca informações
junto a órgãos oficiais de turismo e pesquisas
e os organizadores descobrem novos destinos. Pela primeira vez,
entre os 30 homenageados figuram destinos da América do
Sul: Bogotá e Cali na Colômbia, Huaraz no Peru,
Puerto Natal no Chile, Ilhas Antigua e Barbuda no Caribe, Foz
do Iguaçu e Joinville no Brasil.
Também foram homenageados Espanha, os Mitos da Grécia,
a Bela Itália, Paraíso Eslovaco, Sarajevo na Bósnia,
Tirana na Albânia, as cidades de Koprivshititsa e Plodoviv,
na Bulgária .
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Festa das Flores dá destaque
ao município
Além do destaque no evento na Suíça,
Joinville já está sendo divulgada ao lado de importantes
destinos turísticos mundiais. A cidade ganhou uma página
no site www.iviaggiatori.org e uma página na revista Magazine
Iviaggiatori Guia Turístico, distribuída
durante o Salão Internacional de Férias de Lugano.
O argumento para privilegiar Joinville com a menção
na categoria Patrimônio Preservado deve-se, principalmente,
à Festa das Flores. Realizada há 68 anos pela Agremiação
Joinvilense de Amadores de Orquídeas (Ajao) e Promotur,
com atividades que orientam para a preservação
ecológica, a festa é conhecida em todo o Brasil
e no exterior.
Ainda na década de 1980 a Festa das Flores foi agraciada
com troféus de destaque nacional. Em 2007 terá
expositores de entidades orquidófilas de diferentes partes
do Brasil e servirá como preparação para
a exposição internacional de orquídeas em
2008, que irá marcar os seus 70 anos de realização.
Na ocasião a Universidade da Região de Joinville
(Univille) promoverá também a Conferência
Internacional de Biodiversidade e Conservação da
Mata Atlântica.
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Abastecimento
Você poderá ganhar
um hidrômetro novo
Águas de Joinville
troca equipamentos e caixas de leitura
Kelly Müller
A Companhia Águas de Joinville está decidida
em cobrar cada gota de água que é consumida na
cidade. O Programa de Hidrometração, que iniciou
em 2005 e tem como principal fim medir corretamente o consumo
em Joinville, deve iniciar uma nova fase em 2008.
Situação
Hoje, dos 126 mil hidrômetros instalados na cidade, 24
mil são novos e outros 56 mil foram recém trocados |
Além
da instalação de hidrômetros modernos em
todas as residências atendidas, a companhia vai iniciar,
em janeiro, a padronização da localização
desses equipamentos.
O objetivo é instalar as caixas nos muros, o que protege
melhor o equipamento e facilita a leitura. A partir do ano que
vem, todas as novas instalações serão feitas
de acordo com o programa. Com o tempo, os equipamentos antigos
serão trocados.
Segundo o gerente comercial da Águas de Joinville, Gerson
Duarte, quando a companhia assumiu a administração
do uso da água na cidade, o consumo na maioria das casas
era medido por equipamentos velhos ou, o que é pior, nem
era medido.
"Há cinco anos não eram instalados novos hidrômetros
em Joinville. Encontramos casas em bairros com diferentes realidades
socioeconômicas, como Jardim Paraíso e América,
que pagavam apenas a taxa mínima de ligação
por causa dessa falta de adequação, afirma
o gerente.
A instalação dos novos hidrômetros foi responsável
por boa parte das reclamações que a companhia recebeu
nos últimos meses. Na maioria dos casos, eram famílias
que tinham um consumo bem maior do que a taxa básica.
Como estavam sem hidrômetro, ou com equipamentos danificados,
o consumo era medido abaixo do verdadeiro.
"Muitos moradores não sabiam o quanto gastavam ou
por meio da medição descobriram vazamentos. Por
causa disso, deixamos de cobrar os dois primeiros meses depois
da instalação, para que algumas pessoas pudessem
reduzir o consumo e se organizar para pagar o valor correto,
explica.
Hoje, dos 126 mil hidrômetros da cidade, 80 mil foram renovados
ou recém instalados. Destes, 24 mil foram em lugares onde
não existia o equipamento.
A substituição, para Águas de Joinville,
teria reduzido em 12 pontos percentuais o desperdício
da cidade. Até então, 64% da água de Joinville
era desperdiçada. Após renovar todo o sistema,
a meta será manter os equipamentos sempre com menos de
cinco anos.
Graças a isso, o sistema de abastecimento está
equilibrado. Os reservatórios da cidade estão cheios,
ao contrário de alguns anos atrás. Um diagnóstico
mostrou que as pessoas que não têm o medidor gastam,
em média, três a cinco vezes mais do que aqueles
consumidores que têm, explica Duarte.
kelly.muller@an.com.br
- O hidrômetro é usado para medir o que se gasta
de água
- O consumo é medido de acordo com a velocidade com que
a água passa pelo equipamento.
- Tem uma margem de erro de 5 pontos.
- Os hidrômetros novos têm os números que
indicam o consumo inclinados, para facilitar a leitura pelos
funcionários.
- Também medem o consumo em litros.
- Custam R$ 43,00, valor que não é repassado ao
consumidor.
Controle o uso
- Os números em preto no hidrômetro indicam o consumo
em metros cúbicos (mil litros).
- Para saber o quanto você usou, basta olhar o número
da sua conta anterior.
- Desconsidere o número vermelho, que é de fração
(também não é usado pela companhia).
153 litros é o volume médio de consumo por dia
de uma pessoa de classe média no Brasil.
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Patrimônio
Praças de São Francisco
serão reformadas
Estão abertas as licitações para as obras
de revitalização das praças da Bíblia,
na esquina das ruas Professor Joaquim Santiago, Fernandes Dias
e Marechal Deodoro, e da Carioca, no centro histórico
de São Francisco do Sul. As obras devem custar aproximadamente
R$ 100 mil e devem ficar prontas em três meses.
No dia 22 de novembro será o prazo acaba para a entrega
das propostas. A Prefeitura também deve dar início
à licitação para a a implantação
do estacionamento turístico no centro histórico,
na esquina das ruas Coronel Carvalho e Manoel Gomes de Araújo.
A obra do estacionamento está estimada em R$ 450 mil.
A previsão é de que o local fique pronto em oito
meses. Os editais estão no site saofranciscodosul.sc.gov.br.
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Zona leste
Iniciada mais uma etapa do Eixo
Ecológico
A Prefeitura de Joinville inicia esta semana as obras do trecho
entre as ruas Limeira e Noruega, no bairro Boa Vista, que faz
parte do projeto Eixo Ecológico Leste. Nesta nova etapa
estão sendo aproveitadas as vias já existentes.
que receberão asfaltamento, ciclovias e sinalização,
num investimento de R$ 2,5 milhões.
As obras também incluem a implantação de
duas novas galerias de concreto, uma na rua Pedro Álvares
Cabral e outra na rua Matilde Amin. O prazo para execução
das obras é de oito meses, com recursos da Prefeitura
e financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico
e Social (BNDES). A segunda etapa compreende ainda a abertura
de via entre as ruas Juliano Moreira e Limeira, em fase de licenciamento
ambiental. Além de ser uma importante obra no sistema
viário do município, o eixo tem caráter
ecológico, pois vai delimitar as áreas de influência
da ocupação urbana sobre as áreas de preservação
do mangue.
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69
É o número de cargos para os quais o Hospital
São José está abrindo, nesta segunda-feira,
uma seleção especial (trabalho temporário).
As inscrições podem ser feitas pela internet (joinville.sc.gov.br)
até o dia 19.
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Emoção
"O que estiver ao meu alcance, farei. Deus não
me abandonará". Com essa mensagem, professores, funcionários
e alunos do Colégio dos Santos Anjos prestaram a última
homenagem à irmã Cleófa Hoepers, que morreu
na quinta-feira e foi sepultada ontem, no Cemitério Municipal.
Dezenas de coroas de flores foram enviadas para a Catedral de
Joinville, onde a religiosa foi velada.
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Escotismo
Alerta até na chuva
Grupos de escoteiros da região
se reúnem no CTG Chaparral
Carolina Spricigo
O primeiro grande desafio do estudante Leonardo Vieira da
Costa Pereira, 18 anos, no 22º Escoteiros Locais em Operação
(ELO) Nacional, na União dos Escoteiros do Brasil (UEB),
foi almoçar. Com os olhos vendados, como se fosse deficiente
visual, ele teve de depender dos amigos para chegar até
a cozinha, fazer o prato, sentar, encontrar os talheres e comer.
Elo
Evento chamado de Escoteiros Locais em Operação
Nacional é realizado, simultaneamente, em todo o País |
Escoteiro
há oito anos, Leonardo aprendeu como é não
poder enxergar e disse que saberá ajudar quando uma pessoa
com deficiência visual estiver precisando. A gente
perde um pouco do senso de direção, não
sabe o que vai comer, se a comida do prato acabou. Não
parecia tão difícil, mas é, avaliou
o garoto, após a prova.
A tarefa faz parte das atividades do encontro Elo Nacional, que
reúne cerca de 500 escoteiros com idade a partir de dez
anos da região Norte de Santa Catarina no CTG Chaparral,
na Estrada da Ilha, no bairro Cubatão, para dar continuidade
às celebrações do Ano do Centenário
do Movimento Escoteiro. Doze grupos de sete cidades catarinenses
Joinville, São Bento do Sul, Rio Negrinho, São
Francisco do Sul, Jaraguá do Sul, Guaramirim e Rio do
Sul participam do encontro, que vai até domingo,
às 11 horas. Este é o acampamento anual da UEB
e ocorre simultaneamente em todo o Brasil.
Durante os três dias de encontro, os escoteiros vão
treinar primeiros socorros em um jogo, fazer caminhadas e percurso
com jangada e ainda participar de oficina de pioneirias,
montagem de mesas e bancos para acampamentos.
Para o chefe do Grupo Escoteiro Dom Pedro 1º, de Joinville,
Marcus Vinícius de Souza Nogueira, o encontro será
uma oportunidade de os escoteiros aprenderem a lidar com as adiversidades,
além de trocar experiências, aprender sobre a conscientização
ambiental e sobre cidadania. Com esta chuva, algumas das
atividades que estavam programadas terão de ser adaptadas.
Nada será exatamente como programamos, conta Marcus,
que levou 55 escoteiros do grupo ao encontro.
A assistente do ramo pioneiro do Grupo Escoteiro Príncipe
de Joinville, Juliana Tiburtius, acredita que o encontro com
outros grupos da região é uma forma de adquirir
conhecimento pelo lazer. Esta experiência será
ótima, porque os grupos terão contato com outras
pessoas, culturas diferentes. Além de trocarmos experiências,
vamos integrar os jovens e proporcionar amizades duradouras,
diz a diretora do Grupo Escoteiro do Mar Capitão Comandante
Hassel, Márcia Regina Carlon.
Hoje (sábado), se o tempo ajudar, os grupos vão
participar do fogo do conselho, uma reunião
em torno da fogueira, na grama, com apresentações
de peças de teatro e canções. Se chover,
vamos adaptar a brincadeira e apresentar os trabalhos com um
lampião no lugar da fogueira, dentro de um galpão,
diz o organizador do evento em Joinville, Mauro Lorenzi.
carolina.spricigo@an.com.br
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Crianças também na
brincadeira
A chuva intensa deixou os 18 escoteiros do Grupo Escoteiro
Rota do Sol, do Jardim Paraíso, chateados, mas não
desanimou as crianças a partir de 11 anos, que estavam
ansiosas com as brincadeiras que estavam por vir. Nosso
grupo é voltado para crianças carentes. Estamos
todos buscando uma realidade diferente do dia-a-dia delas no
bairro, conta o diretor presidente do grupo, Maurício
Busarello.
O grupo foi fundando oficialmente há três meses,
no dia 5 de agosto, e teve a primeira experiência com acampamentos
no 22º Elo Nacional, na União dos Escoteiros do Brasil.
Durante toda a semana eles estavam ansiosos para a chegada
do encontro. Tudo para eles é novidade. Será uma
ótima oportunidade para aprendermos novas brincadeiras,
novas cantigas, trocar experiências e fazer amizades.
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Cultura
Júri escolhe os finalistas
para oficina literária
No dia 6 de novembro, cinco jurados se reúnem para
definir os dez finalistas de cada categoria do 4º Prêmio
Joinville de Expressão Literária. Mais de 300 textos
foram inscritos.
Os finalistas terão direito de participar de uma oficina
literária ministrada pelo escritor Rubens da Cunha, no
dia 17 de novembro, no galpão da Cidadela Cultural Antarctica.
"A participação é apenas um espaço
a mais para discutir e aperfeiçoar os textos produzidos",
explica o coordenador do concurso César Döhler.
No dia 21 de novembro, na Livraria Midas, a escritora Gloria
Kirinus ministra uma palestra/oficina para professores de português.
Às 17h, a autora autografa o livro "Quando as Montanhas
Conversam", da editora Paulinas. À noite, no hotel
Tannenhoff, ocorre o evento de entrega dos prêmios aos
vencedores da quarta edição do concurso. Os finalistas
de 2006 e 2007 integram a segunda coletânea do Prêmio,
a ser lançada no ano que vem.
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Dez
É o número de quadras cobertas que devem ser
construídas em escolas municipais nos próximos
meses. No dia 21, serão entregues as quadras das escolas
Zulma do Rosário Miranda, no Costa e Silva, e Dr. José
Navarro Lins, no Comasa.
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Rua alagada
Parte da rua Tim Maia, no bairro Vila Cubatão, ficou
alagada na tarde de ontem. A forte chuva que caiu na região
deixou moradores preocupados. Para chegar em casa, Ângelo
Safanelli precisou passar pela água. Segundo o presidente
da Associação de Moradores do bairro, Iramar João
Viana, o problema se repete a cada chuva. "A rua alagou
várias vezes na última semana, sempre que chovia",
resumiu Viana.
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Comunidade
Seu Guilherme termina a obra
Aposentado trabalhou por
um ano e meio em púlpito para presentear uma igreja adventista
O trabalho exigiu muita paciência, mas o resultado final
surpreende quem entra na Igreja Adventista do 7º Dia, no
bairro Nova Brasília. Há um mês, o aposentado
Guilherme Fuckner entregou ao templo um púlpito esculpido
por ele mesmo em um tronco de árvore. O trabalho durou
um ano e meio, e agora o seu sonho está realizado. O púlpito
é o local onde ficam os pregadores durante o culto.
O tronco de eucalipto, com um metro e dez centímetros
de altura e 75 centímetros de diâmetro, foi transformado
em uma tribuna de um metro de altura e dez centímetros.
Na frente, há um pequeno espaço onde foi feito
um calvário. Uma luz indireta dá um toque especial
neste local. Logo abaixo, as Tábuas da Lei com os dez
mandamentos complementam a obra. Em vez da pintura na madeira,
há somente um verniz. Atrás (no local onde fica
o pastor) tem três prateleiras para colocar livros de canto
e Bíblia. Entregar este púlpito para a Igreja
foi a realização de um sonho. Estou emocionado
e feliz, diz Guilherme.
Ele conta que nada das peças foi colado. Tudo foi esculpido
na madeira. Durante este um ano e meio, o aposentado dava um
jeito de, quase todos os dias, fazer alguma coisa na obra. Guilherme
não tinha muito tempo, porque ainda ajuda o seu filho
em uma empresa de esquadrias. Mas se não dava para
trabalhar durante a semana, para compensar, nos finais de semana
eu passava o dia esculpindo, diz.
A madeira ele ganhou em 2005 em uma serraria da estrada de Blumenau.
Seu Guilherme acredita que o tronco pode ter cerca de 200 anos.
Agora ele está ansioso para que a Igreja seja inaugurada.
A data ainda não foi definida, mas será no próximo
mês. O templo está sendo construído há
quatro anos e, por enquanto, os cultos ocorrem em um galpão,
no mesmo bairro. |