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Não pegou
Saiba por que a TV digital
ainda não é um campeão de audiência
Depois de três meses de operação em São
Paulo, a indústria de eletrônicos e as emissoras
de televisão sentem na prática as dificuldades
para implantação do sistema de TV digital em sinal
aberto no Brasil. O preço do aparelho conversor que permite
o telespectador receber o sinal digital com melhor qualidade
de imagem e som mesmo em televisores antigos é
apontado como o primeiro empecilho para a nova tecnologia ter
mais audiência. As vendas andam abaixo da previsão
de fabricantes.
Os equipamentos custam de R$ 300 a R$ 1,2 mil na capital paulista,
única cidade onde o novo padrão está
no ar valor considerado muito alto pelo ministro das Comunicações,
Hélio Costa. As cifras provocaram um paradoxo para a implantação
do sistema: quem tem dinheiro para comprar um conversor, em geral,
faz parte do público que assiste à TV a cabo e
já recebe sinal digital pelo aparelho da operadora. Ainda
assim, foram vendidos cerca de 50 mil conversores, de acordo
com estimativa de Eduardo Tude, presidente da Teleco, consultoria
especializada em telecomunicações. As nossas
vendas estão reduzidas. O mercado está morninho,
diz Roberto Barbieri, diretor técnico da Semp Toshiba,
fabricante de conversor.
A empresa decidiu reduzir os valor do aparelho de R$ 1,1 mil
para R$ 900, mas Barbieri acredita que a batalha do ministro
Hélio Costa para baixar o custo do conversor para R$ 200
pode ser uma causa perdida. A tendência é
baixar o preço ao longo do ano, acrescenta Barbieri.
Cinema em casa
Digital
A imagem e o som são transformados em um código
formado por uma seqüência de dígitos 0 e 1.
Não é suscetível a interferências
nem forma
sombras ou fantasmas e não deixa chuviscos na tela quando
o sinal enfraquece. Isso porque a seqüência numérica
transformada em imagem
e som no televisor em casa é a mesma que saiu da emissora
geradora. O sinal digital chega bem ou nem chega a ser captado
se não tiver qualidade.
Analógica
O sinal contendo a imagem e o som é transmitido
numa onda eletromagnética modulada, ficando sujeito a
interferências. A transmissão varia continuamente
e é mais dispersa e imprecisa, podendo gerar imagens fantasmas
na recepção
Mais qualidade
A imagem é transmitida na proporção 16:9
(como no cinema), ampliando o campo de visão em relação
ao padrão atual (4:3), que resulta numa cena mais quadrada.
Resolução: o telespectador sentirá
diferença
na qualidade da imagem mesmo utilizando um aparelho antigo porque
o sinal digital é de melhor qualidade, sem interferências
ou chuviscos. Portanto, qualquer televisor com resolução
superior a 600 x 400 linhas trará um ganho de imagem.
Resoluções a partir de 1.200 x 768 linhas podem
ser uma opção para quem aprecia eventos esportivos
na TV. Quem busca um sinal perfeito deve procurar televisores
de 1.920 x 1.248 linhas.
Tipo de tela: os novos televisores de perfil fino são
fabricados com telas de cristal líquido ou de plasma.
Os dois são adequados para o sinal digital. A única
diferença está na claridade da tela. Os aparelhos
de cristal líquido (ou LCD) emitem menos radiação
e são mais confortáveis para os olhos, mas não
são indicados para ambientes onde há muita luz
e funcionam melhor em locais escuros. Os aparelhos de plasma
apresentam melhor resultado em ambientes claros.
Contraste: a relação entre o tom do preto e
a claridade do branco influencia na qualidade da imagem. Quanto
maior a diferença entre os dois, melhor. Um aparelho com
índice 400:1 tem menor contraste que um televisor de 1000:1.
Conversores: são necessários para os atuais
televisores receberem o sinal digitalizado. Alguns modelos de
TV começam a chegar ao mercado com o aparelho embutido.
Se não houver, é preciso comprar um conversor.
Também é necessário uma antena UHF (interna
ou externa). Os conversores variam muito de preço
de R$ 300 a R$ 1,2 mil , mas as principais diferenças
estão nas conexões oferecidas. Os mais caros têm
saídas de sinal com melhor qualidade. O consumidor precisa
se certificar, no entanto, de que sua televisão possui
a mesma conexão do conversor para aproveitar os benefícios.
As operadoras de TV a cabo já oferecem conversores digitalizados
para seus clientes.
Conexões: a maioria das novas televisões tem
conexões suficientes para aproveitar a imagem e o som
do sinal digital. A conexão HDMI é ainda melhor
para preservar as qualidades do sinal. Televisores muito antigos,
apenas com entrada para antena, não se conectam ao conversor.
Está na hora de comprar?
O consumidor deve esperar,segundo o professor João Antonio
Zuffo, da Escola Politécnica da Universidade de São
Paulo (USP). Os preços dos conversores e dos novos televisores
devem cair ao longo do ano quando outras cidades começarão
a transmitir o sinal digital. Com o aumento da demanda, a indústria
e as lojas devem aumentar a concorrência. Além disso,
os novos aparelhos que serão lançados poderão
conter novidades.
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Uma força a mais para o
novo jeito de ver televisão
Nos próximos meses, o Fórum do Sistema Brasileiro
de Televisão Digital (Fórum SBTVD) vai lançar
uma campanha publicitária para reforçar as qualidades
do novo sistema. De acordo com Luis Olivalves, coordenador do
módulo de promoção do fórum, a iniciativa
visa a preparar outras praças para a chegada do sinal.
O cronograma de lançamento prevê que Rio de Janeiro
e Belo Horizontesejam as próximas capitais atendidas.
Em Santa Catarina, só no próximo ano.
Outra boa notícia para o sucesso da TV digital veio nesta
semana, quando a Sun e o Fórum SBTVD anunciaram que vão
desenvolver o software Ginga programa de computador que
permite a interatividade do telespectador com a emissora
sem custos para os fabricantes de conversores. Também
nesta semana foi lançado no Brasil o primeiro celular
capaz de captar o sinal da TV digital. Outro benefício
dessa tecnologia é assistir à TV em aparelhos portáteis.
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Investimentos em SC
Setenta anos e não pára
de crescer
Fundição Tupy
vai investir R$ 300 milhões e criar 500 empregos nos próximos
três anos
A Fundição Tupy comemora a boa fase ao completar
70 anos neste domingo. No ano passado, a empresa joinvilense
viu seu patrimônio líquido subir de R$ 303 milhões
para R$ 576 milhões e a dívida líquida cair
de R$ 609 milhões para R$ 336 milhões. Neste ano,
está sendo uma das grandes responsáveis por trazer
a montadora da General Motors ao Norte do Estado, para quem já
presta serviços, e também pretende investir cerca
de R$ 300 milhões nos próximos 36 meses.
50%
É quanto vai crescer a compra de produtos catarinenses
por parte da Fundição Tupy nos próximos
três anos |
A
GM pretende instalar uma fábrica de motores no Norte do
Estado. O governo do Estado já anunciou que o local escolhido
é Joinville.
Na semana que passou, a Tupy foi aprovada para se enquadrar no
Pró-emprego e no Programa de Desenvolvimento da Empresa
Catarinense (Prodec). O objetivo é expandir a produção
com investimentos de R$ 300 milhões. No mesmo período,
pretende criar 500 postos de trabalho. Para receber o benefício
fiscal, a metalúrgica vai aumentar em 50% o volume de
compras de fornecedores catarinenses. O efeito será o
recolhimento de mais R$ 40 milhões de ICMS ao longo de
três anos. A Tupy é a maior fundição
da América Latina.
Fundada em 9 de março de 1938, a Tupy tem capacidade para
produzir 500 mil toneladas anuais de peças em ferro fundido
em dois parques fabris: um em Joinville e outro em Mauá,
em São Paulo. Para comercialização, logística
de abastecimento e desenvolvimento de produtos, a empresa conta
com escritórios estabelecidos nos Estados Unidos, México,
Alemanha, Inglaterra, Itália, Japão e Argentina,
além dos que, no Brasil, atendem ao mercado doméstico.
Nos últimos cinco anos, a receita da Tupy dobrou. Nesse
período, ela também passou por uma profunda reforma
em sua gestão, começando por se reestruturar financeiramente
e estabelecendo novas diretrizes estratégicas. A geração
de caixa também melhorou nesse período. Outro fato
que ajudou a empresa foi a conversão de debêntures
em ações, ocorrida em novembro.
Ao trocar debêntures por ações, nossos
acionistas apostam no futuro da Tupy e demonstram sua confiança
de que o retorno das ações da empresa será
melhor do que os rendimentos que vinham obtendo com as debêntures,
diz o presidente Luiz Tarquínio Sardinha Ferro.
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Um marco decisivo para a industrialização
de Santa Catarina
Claudio Loetz
colunista de Economia
A fundação da Tupy representa marco decisivo
no processo de industrialização catarinense. Criada
em 1938, na região central de Joinville, cresceu a reboque
dos efeitos provocados pela Segunda Guerra e ganhou impulso à
medida que o Brasil consolidava seu parque fabril. A companhia
é, hoje, a mais importante empresa metalúrgica
de Santa Catarina. E a maior fundição independente
da América Latina.
De início, liderada pelo tino empreendedor de Dieter Schmidt,
teve, depois, na sua diretoria, Nilson Bender, que viria a ser
prefeito do municipío na década de 60. Superada
a fase de gestão familiar, a companhia foi vendida para
fundos de pensão e bancos nos anos 90 para poder se capitalizar
e expandir negócios. Com milhares de empregados e tecnologia
de ponta, produz, hoje, para praticamente todas as principais
montadoras do mundo. À volta da Tupy gravitam dezenas
de outras empresas menores.
A atividade de excelência da Tupy foi fator importante
para que a GM se decidisse pelo anúncio de que vai construir
fábrica de motores na região Norte catarinense.
claudio.loetz@an.com.br
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Fórmulas tintim por tintim
União Européia
estabelece medidas para garantir uso seguro dos produtos químicos.
O mundo todo vai sentir
Vandré Kramer*
Enviado Especial, Helsinki, Finlândia
Reach. Cinco letras que em inglês significam alcançar,
chegar a. E é o nome de um ambicioso conjunto de medidas
que está sendo adotado pela União Européia
para garantir o uso seguro de produtos químicos, reduzindo
ao máximo os riscos para o meio ambiente e para a saúde.
Sem se adequar a essas normas, empresas brasileiras que exportam
substâncias químicas ou itens submetidos a processos
químicos poderão perder um dos principais mercados
mundiais. Só no ano passado, o Brasil exportou US$ 1,4
bilhão em produtos químicos para a UE, 24,6% a
mais que em relação a 2006, segundo a Secretaria
de Comércio Exterior.
A Associação Brasileira da Indústria Química
(Abiquim) faz o alerta: todas as substâncias químicas
exportadas para a União Européia estarão
sujeitas à nova política. Fabricantes na UE e
exportadores terão o mesmo tratamento. A indústria
química terá obrigação de fornecer
dados sobre seus produtos a seus clientes.
Não estamos impondo nada, diz o diretor executivo
da Agência Européia de Produtos Químicos
(echa), o belga Geert Dancet. Mas as medidas já estão
preocupando empresas de todo o mundo. Dezenas de dúvidaschegam
diariamente ao help desk da agência em Helsinki, capital
da Finlândia.
O primeiro grande passo para a entrada em vigor dessa resolução
vai ser dado entre 1° de junho e 1° de dezembro deste
ano. Até lá, empresas e importadores na União
Européia vão ser obrigados a fazer o pré-registro
gratuito das substâncias utilizadas no Banco de Dados sobre
Informações Padronizadas de Produtos Químicos
(Iuclid, em inglês), disponibilizado na internet.
O prazo é pequeno. A Echa estima que mais de 30 mil substâncias
deverão ser registradas por 180 mil empresas. E isso só
pode ser feito por companhias estabelecidas na União Européia.
E não adianta que sua concorrente já tenha registrado
a mesma substância. Vai ser um pesadelo até
lá, diz Liisa Rapeli-Likitalo, gerente da Kemira,
uma grande indústria química finlandesa, que deverá
registrar pelo menos 250 substâncias.
A punição para quem não fizer o pré-registro
é grande e praticamente imediata. A entrada de produtos
químicos fica proibida a partir de 1° de janeiro de
2009. Sem informações, sem mercado,
sintetiza o diretor assistente da Federação das
Indústrias Químicas da Finlândia (Chemind),
Juha Pyötsiä.
As empresas que exportam produtos químicos para o bloco
têm três alternativas: compartilhar as informações
com seu comprador na União Européia, estabelecer
ou utilizar sua unidade de negócios instalada na região,
ou contratar os serviços de um representante na UE. Cabe
à empresa brasileira avaliar a melhor estratégia
a ser adotada, informa a Abiquim. A entidade está
recomendando que os exportadores brasileiros façam uma
análise da sua linha de produção, verifiquem
a abrangência das substâncias produzidas e exportadas
e analisem suas obrigações".
vandre.kramer@an.com.br
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O jornalista viajou para Helsinki
a convite da Finnfacts
Mais transparência
nas relações entre fornecedores, produtores e consumidores
Um dos principais reflexos da adoção da nova
política européia para os produtos químicos
é o aumento na transparência nas relações
entre fornecedores, produtores e consumidores de substâncias
químicas. A indústria deve demonstrar que os produtos
e seu uso são seguros antes de colocá-los no mercado.
E o consumidor tem o direito de conhecer as características
e os efeitos dos produtos que serão usados.
Segundo Emilia Wahlström, gerente de projetos da consultoria
finlandesa Ecobio, esse processo será cada vez mais necessário.
Geert Dancet, diretor da Echa, complementa: Empresas de
países como o Brasil vão ter de exigir o registro
das substâncias por parte de seus clientes na União
Européia".
Mas o pré-registro não é suficiente para
garantir a presença no mercado europeu. Em até
três anos e meio, substâncias colocadas no mercado
europeu em mais de mil toneladas anuais por empresa precisarão
ser registradas junto à Agência Européia
de Produtos Químicos. Até 31 de maio de 2013, será
a vez dos produtos entre cem e mil toneladas. E, em 31 de maio
de 2018, os produtos entre uma e cem toneladas.
As substâncias químicas que estão sendo desenvolvidas
precisarão ser testadas e registradas antes de ir para
o mercado. A prioridade no registro será dada a substâncias
altamente tóxicas, que possam causar mutações
genéticas, câncer e danos ao aparelho reprodutor,
e que se acumulem com facilidade no meio ambiente.
Se a nova legislação abre espaço para mais
transparência nas relações empresariais,
há, por outro lado, a preocupação que essa
política seja utilizada como forma de protecionismo. Não
é para isso que ela foi criada, o foco é a preocupação
com o meio ambiente e a saúde, diz Emilia, da Ecobio,
que reconhece que a Europa tem forte tendência a proteger
sua economia. O diretor executivo da Chemind, Hannu Vornamo,
prevê que o Reach será alvo de contestações
na Organização Mundial do Comércio (OMC).
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Bom para a saúde, mais gastos
para as empresas
Benéfica para o meio ambiente e para a saúde
das pessoas, a adoção da nova política européia
para a utilização de produtos químicos já
está tendo impactos nos negócios. E não
só restritos aos países que compõem o bloco.
A estimativa é de que o registro das substâncias
químicas na Echacuste a partir de 1.500 euros (o equivalente
a R$ 3.878, pelo câmbio da sexta-feira), para as substâncias
mais simples. O registro das mais complexas podem custar mais
de 20 mil euros (R$ 51.708).
1,5 mil
É o valor estimado, em euros, do registro de uma substância
química simples na Agência Européia de Produtos
Químicos |
Apesar
de o diretor executivo da Echa, Geert Dancet, dizer que não
tem idéia dos efeitos da nova regulação,
as empresas já estão fazendo as contas. Os reflexos
vão ser muito grandes, estima o diretor-geral da Federação
das Indústrias Químicas da Finlândia (Chemind),
Hannu Vornamo. A principal é a consolidação
do setor, com perdas de milhares de empregos.
Apenas as grandes indústrias químicas sobreviverão,
acredita Vornamo. A justificativa são os altos custos
para se fazer o registro, o que prejudicará seriamente
os negócios de pequenas e médias empresas que atuam
nesse segmento. Muitas empresas vão trocar de fornecedor"
destaca Emilia Wahlström, da consultoria Ecobio. Ela ressalta
que os custos do registro acabarão sendo, inevitavelmente
repassados para os consumidores. A competitividade das empresas
vai ser afetada. Ela calcula que os custos de produção
podem aumentar entre 6% e 20% no médio prazo. E não
ficarão restritos ao setor químico.
A UPM-Kymenee, a maior fabricante mundial de papel para revista
e de etiquetas para uso industrial, já está ciente
de que seu custo de produção vai aumentar por causa
do Reach. A empresa utiliza produtos químicos na produção
de papel e celulose. As principais preocupações
são saber o impacto exato sobre os preços e a disponibilidade
de produtos químicos, diz a vice-presidente de assuntos
ambientais, Marja Tuderman. No ano passado, a empresa faturou
10,04 bilhões de euros.
É um bom negócio para os advogados,
diz, brincando, Liisa Rapeli-Likitalo, gerente da Kemira, um
dos principais fornecedores de insumos químicos para a
indústria papeleira e que tem, como grande cliente, a
Klabin presente em Santa Catarina com fábricas
em Lages e Otacílio Costa. A empresa calcula que somente
para se adequar às novas normas vai gastar o equivalente
a 40 milhões de euros, ou 1,5% de seu faturamento anual.
Os valores não incluem o trabalho desenvolvido internamente.
A Kemira já pesou os prós e contras das medidas.
A executiva avalia que vai haver menos substâncias químicas
disponíveis no mercado; um aumento nos preços de
produtos que pode variar de 5% a 10%, no mínimo e dependendo
das substâncias utilizadas; e a necessidade de adotar novos
processoas de trabalho.
Reach
O que é?
Reach é a nova legislação sobre substâncias
químicas da União Européia. É um
regulamento que fixa as normas para registro, avaliação,
autorização e restrição de produtos
químicos
Os princípios
- Substituição de produtos perigosos por outros
mais seguros
- Redução de testes em animais
- A indústria deve demonstrar que os produtos e seu uso
são seguros antes de colocá-los no mercado
- O consumidor tem o direito de conhecer as características
e os efeitos dos produtos que serão usados
o Brasil tem de se preocupar?
- Todas as substâncias exportadas para a União Européia
estarão sujeitas às regras. Fabricantes na União
Européia e exportadores terão o mesmo tratamento
O que não precisa ser registrado
- Material radioativo
- Substâncias em armazenamento em áreas alfandegárias,
desde que não sofram nenhum tratamento e processamento
- Minerais
- Substâncias presentes na natureza
- Resíduos
- Medicamentos e os alimentos
- Substâncias cujo risco estimado é insignificante
(água, oxigénio, etc)
- Substâncias utilizadas em pesquisa e desenvolvimento |