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Joinville Domingo, 09 de março de 2008 Santa Catarina - Brasil

AN Economia - A Notícia Vandré Kramer
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vandre.kramer@an.com.br

Não pegou

Saiba por que a TV digital ainda não é um campeão de audiência

Depois de três meses de operação em São Paulo, a indústria de eletrônicos e as emissoras de televisão sentem na prática as dificuldades para implantação do sistema de TV digital em sinal aberto no Brasil. O preço do aparelho conversor que permite o telespectador receber o sinal digital – com melhor qualidade de imagem e som mesmo em televisores antigos – é apontado como o primeiro empecilho para a nova tecnologia ter mais audiência. As vendas andam abaixo da previsão de fabricantes.
Os equipamentos custam de R$ 300 a R$ 1,2 mil na capital paulista, – única cidade onde o novo padrão está no ar – valor considerado muito alto pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa. As cifras provocaram um paradoxo para a implantação do sistema: quem tem dinheiro para comprar um conversor, em geral, faz parte do público que assiste à TV a cabo e já recebe sinal digital pelo aparelho da operadora. Ainda assim, foram vendidos cerca de 50 mil conversores, de acordo com estimativa de Eduardo Tude, presidente da Teleco, consultoria especializada em telecomunicações. “As nossas vendas estão reduzidas. O mercado está morninho”, diz Roberto Barbieri, diretor técnico da Semp Toshiba, fabricante de conversor.
A empresa decidiu reduzir os valor do aparelho de R$ 1,1 mil para R$ 900, mas Barbieri acredita que a batalha do ministro Hélio Costa para baixar o custo do conversor para R$ 200 pode ser uma causa perdida. “A tendência é baixar o preço ao longo do ano”, acrescenta Barbieri.

Cinema em casa

Digital
A imagem e o som são transformados em um código formado por uma seqüência de dígitos 0 e 1. Não é suscetível a interferências nem forma
sombras ou fantasmas e não deixa chuviscos na tela quando o sinal enfraquece. Isso porque a seqüência numérica transformada em imagem
e som no televisor em casa é a mesma que saiu da emissora geradora. O sinal digital chega bem ou nem chega a ser captado se não tiver qualidade.

Analógica
O sinal – contendo a imagem e o som – é transmitido numa onda eletromagnética modulada, ficando sujeito a interferências. A transmissão varia continuamente e é mais dispersa e imprecisa, podendo gerar imagens fantasmas na recepção

Mais qualidade
A imagem é transmitida na proporção 16:9 (como no cinema), ampliando o campo de visão em relação ao padrão atual (4:3), que resulta numa cena mais quadrada.

Resolução: o telespectador sentirá diferença
na qualidade da imagem mesmo utilizando um aparelho antigo porque o sinal digital é de melhor qualidade, sem interferências ou chuviscos. Portanto, qualquer televisor com resolução superior a 600 x 400 linhas trará um ganho de imagem.
Resoluções a partir de 1.200 x 768 linhas podem ser uma opção para quem aprecia eventos esportivos na TV. Quem busca um sinal perfeito deve procurar televisores de 1.920 x 1.248 linhas.

Tipo de tela: os novos televisores de perfil fino são fabricados com telas de cristal líquido ou de plasma. Os dois são adequados para o sinal digital. A única diferença está na claridade da tela. Os aparelhos de cristal líquido (ou LCD) emitem menos radiação e são mais confortáveis para os olhos, mas não são indicados para ambientes onde há muita luz e funcionam melhor em locais escuros. Os aparelhos de plasma apresentam melhor resultado em ambientes claros.

Contraste: a relação entre o tom do preto e a claridade do branco influencia na qualidade da imagem. Quanto maior a diferença entre os dois, melhor. Um aparelho com índice 400:1 tem menor contraste que um televisor de 1000:1.

Conversores: são necessários para os atuais televisores receberem o sinal digitalizado. Alguns modelos de TV começam a chegar ao mercado com o aparelho embutido. Se não houver, é preciso comprar um conversor. Também é necessário uma antena UHF (interna ou externa). Os conversores variam muito de preço – de R$ 300 a R$ 1,2 mil –, mas as principais diferenças estão nas conexões oferecidas. Os mais caros têm saídas de sinal com melhor qualidade. O consumidor precisa se certificar, no entanto, de que sua televisão possui a mesma conexão do conversor para aproveitar os benefícios. As operadoras de TV a cabo já oferecem conversores digitalizados para seus clientes.

Conexões: a maioria das novas televisões tem conexões suficientes para aproveitar a imagem e o som do sinal digital. A conexão HDMI é ainda melhor para preservar as qualidades do sinal. Televisores muito antigos, apenas com entrada para antena, não se conectam ao conversor.

Está na hora de comprar?
O consumidor deve esperar,segundo o professor João Antonio Zuffo, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). Os preços dos conversores e dos novos televisores devem cair ao longo do ano quando outras cidades começarão a transmitir o sinal digital. Com o aumento da demanda, a indústria e as lojas devem aumentar a concorrência. Além disso, os novos aparelhos que serão lançados poderão conter novidades.

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Uma força a mais para o novo jeito de ver televisão

Nos próximos meses, o Fórum do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (Fórum SBTVD) vai lançar uma campanha publicitária para reforçar as qualidades do novo sistema. De acordo com Luis Olivalves, coordenador do módulo de promoção do fórum, a iniciativa visa a preparar outras praças para a chegada do sinal. O cronograma de lançamento prevê que Rio de Janeiro e Belo Horizontesejam as próximas capitais atendidas. Em Santa Catarina, só no próximo ano.
Outra boa notícia para o sucesso da TV digital veio nesta semana, quando a Sun e o Fórum SBTVD anunciaram que vão desenvolver o software Ginga – programa de computador que permite a interatividade do telespectador com a emissora – sem custos para os fabricantes de conversores. Também nesta semana foi lançado no Brasil o primeiro celular capaz de captar o sinal da TV digital. Outro benefício dessa tecnologia é assistir à TV em aparelhos portáteis.

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Investimentos em SC

Setenta anos e não pára de crescer

Fundição Tupy vai investir R$ 300 milhões e criar 500 empregos nos próximos três anos

A Fundição Tupy comemora a boa fase ao completar 70 anos neste domingo. No ano passado, a empresa joinvilense viu seu patrimônio líquido subir de R$ 303 milhões para R$ 576 milhões e a dívida líquida cair de R$ 609 milhões para R$ 336 milhões. Neste ano, está sendo uma das grandes responsáveis por trazer a montadora da General Motors ao Norte do Estado, para quem já presta serviços, e também pretende investir cerca de R$ 300 milhões nos próximos 36 meses.

50%
É quanto vai crescer a compra de produtos catarinenses por parte da Fundição Tupy nos próximos três anos
A GM pretende instalar uma fábrica de motores no Norte do Estado. O governo do Estado já anunciou que o local escolhido é Joinville.
Na semana que passou, a Tupy foi aprovada para se enquadrar no Pró-emprego e no Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense (Prodec). O objetivo é expandir a produção com investimentos de R$ 300 milhões. No mesmo período, pretende criar 500 postos de trabalho. Para receber o benefício fiscal, a metalúrgica vai aumentar em 50% o volume de compras de fornecedores catarinenses. O efeito será o recolhimento de mais R$ 40 milhões de ICMS ao longo de três anos. A Tupy é a maior fundição da América Latina.
Fundada em 9 de março de 1938, a Tupy tem capacidade para produzir 500 mil toneladas anuais de peças em ferro fundido em dois parques fabris: um em Joinville e outro em Mauá, em São Paulo. Para comercialização, logística de abastecimento e desenvolvimento de produtos, a empresa conta com escritórios estabelecidos nos Estados Unidos, México, Alemanha, Inglaterra, Itália, Japão e Argentina, além dos que, no Brasil, atendem ao mercado doméstico.
Nos últimos cinco anos, a receita da Tupy dobrou. Nesse período, ela também passou por uma profunda reforma em sua gestão, começando por se reestruturar financeiramente e estabelecendo novas diretrizes estratégicas. A geração de caixa também melhorou nesse período. Outro fato que ajudou a empresa foi a conversão de debêntures em ações, ocorrida em novembro.
“Ao trocar debêntures por ações, nossos acionistas apostam no futuro da Tupy e demonstram sua confiança de que o retorno das ações da empresa será melhor do que os rendimentos que vinham obtendo com as debêntures”, diz o presidente Luiz Tarquínio Sardinha Ferro.

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Um marco decisivo para a industrialização de Santa Catarina

Claudio Loetz
colunista de Economia

A fundação da Tupy representa marco decisivo no processo de industrialização catarinense. Criada em 1938, na região central de Joinville, cresceu a reboque dos efeitos provocados pela Segunda Guerra e ganhou impulso à medida que o Brasil consolidava seu parque fabril. A companhia é, hoje, a mais importante empresa metalúrgica de Santa Catarina. E a maior fundição independente da América Latina.
De início, liderada pelo tino empreendedor de Dieter Schmidt, teve, depois, na sua diretoria, Nilson Bender, que viria a ser prefeito do municipío na década de 60. Superada a fase de gestão familiar, a companhia foi vendida para fundos de pensão e bancos nos anos 90 para poder se capitalizar e expandir negócios. Com milhares de empregados e tecnologia de ponta, produz, hoje, para praticamente todas as principais montadoras do mundo. À volta da Tupy gravitam dezenas de outras empresas menores.
A atividade de excelência da Tupy foi fator importante para que a GM se decidisse pelo anúncio de que vai construir fábrica de motores na região Norte catarinense.

claudio.loetz@an.com.br

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Fórmulas tintim por tintim

União Européia estabelece medidas para garantir uso seguro dos produtos químicos. O mundo todo vai sentir

Vandré Kramer*
Enviado Especial, Helsinki, Finlândia

Reach. Cinco letras que em inglês significam alcançar, chegar a. E é o nome de um ambicioso conjunto de medidas que está sendo adotado pela União Européia para garantir o uso seguro de produtos químicos, reduzindo ao máximo os riscos para o meio ambiente e para a saúde. Sem se adequar a essas normas, empresas brasileiras que exportam substâncias químicas ou itens submetidos a processos químicos poderão perder um dos principais mercados mundiais. Só no ano passado, o Brasil exportou US$ 1,4 bilhão em produtos químicos para a UE, 24,6% a mais que em relação a 2006, segundo a Secretaria de Comércio Exterior.
A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) faz o alerta: todas as substâncias químicas exportadas para a União Européia estarão sujeitas à nova política. Fabricantes na UE e exportadores terão o mesmo tratamento. A indústria química terá obrigação de fornecer dados sobre seus produtos a seus clientes.
“Não estamos impondo nada”, diz o diretor executivo da Agência Européia de Produtos Químicos (echa), o belga Geert Dancet. Mas as medidas já estão preocupando empresas de todo o mundo. Dezenas de dúvidaschegam diariamente ao help desk da agência em Helsinki, capital da Finlândia.
O primeiro grande passo para a entrada em vigor dessa resolução vai ser dado entre 1° de junho e 1° de dezembro deste ano. Até lá, empresas e importadores na União Européia vão ser obrigados a fazer o pré-registro gratuito das substâncias utilizadas no Banco de Dados sobre Informações Padronizadas de Produtos Químicos (Iuclid, em inglês), disponibilizado na internet.
O prazo é pequeno. A Echa estima que mais de 30 mil substâncias deverão ser registradas por 180 mil empresas. E isso só pode ser feito por companhias estabelecidas na União Européia. E não adianta que sua concorrente já tenha registrado a mesma substância. “Vai ser um pesadelo até lá”, diz Liisa Rapeli-Likitalo, gerente da Kemira, uma grande indústria química finlandesa, que deverá registrar pelo menos 250 substâncias.
A punição para quem não fizer o pré-registro é grande e praticamente imediata. A entrada de produtos químicos fica proibida a partir de 1° de janeiro de 2009. “Sem informações, sem mercado”, sintetiza o diretor assistente da Federação das Indústrias Químicas da Finlândia (Chemind), Juha Pyötsiä.
As empresas que exportam produtos químicos para o bloco têm três alternativas: compartilhar as informações com seu comprador na União Européia, estabelecer ou utilizar sua unidade de negócios instalada na região, ou contratar os serviços de um representante na UE. “Cabe à empresa brasileira avaliar a melhor estratégia a ser adotada”, informa a Abiquim. A entidade está recomendando que os exportadores brasileiros façam uma análise da sua linha de produção, verifiquem a abrangência das substâncias produzidas e exportadas e analisem suas obrigações".

vandre.kramer@an.com.br

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O jornalista viajou para Helsinki a convite da Finnfacts

Mais transparência nas relações entre fornecedores, produtores e consumidores

Um dos principais reflexos da adoção da nova política européia para os produtos químicos é o aumento na transparência nas relações entre fornecedores, produtores e consumidores de substâncias químicas. A indústria deve demonstrar que os produtos e seu uso são seguros antes de colocá-los no mercado. E o consumidor tem o direito de conhecer as características e os efeitos dos produtos que serão usados.
Segundo Emilia Wahlström, gerente de projetos da consultoria finlandesa Ecobio, esse processo será cada vez mais necessário. Geert Dancet, diretor da Echa, complementa: “Empresas de países como o Brasil vão ter de exigir o registro das substâncias por parte de seus clientes na União Européia".
Mas o pré-registro não é suficiente para garantir a presença no mercado europeu. Em até três anos e meio, substâncias colocadas no mercado europeu em mais de mil toneladas anuais por empresa precisarão ser registradas junto à Agência Européia de Produtos Químicos. Até 31 de maio de 2013, será a vez dos produtos entre cem e mil toneladas. E, em 31 de maio de 2018, os produtos entre uma e cem toneladas.
As substâncias químicas que estão sendo desenvolvidas precisarão ser testadas e registradas antes de ir para o mercado. A prioridade no registro será dada a substâncias altamente tóxicas, que possam causar mutações genéticas, câncer e danos ao aparelho reprodutor, e que se acumulem com facilidade no meio ambiente.
Se a nova legislação abre espaço para mais transparência nas relações empresariais, há, por outro lado, a preocupação que essa política seja utilizada como forma de protecionismo. “Não é para isso que ela foi criada, o foco é a preocupação com o meio ambiente e a saúde”, diz Emilia, da Ecobio, que reconhece que a Europa tem forte tendência a proteger sua economia. O diretor executivo da Chemind, Hannu Vornamo, prevê que o Reach será alvo de contestações na Organização Mundial do Comércio (OMC).

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Bom para a saúde, mais gastos para as empresas

Benéfica para o meio ambiente e para a saúde das pessoas, a adoção da nova política européia para a utilização de produtos químicos já está tendo impactos nos negócios. E não só restritos aos países que compõem o bloco. A estimativa é de que o registro das substâncias químicas na Echacuste a partir de 1.500 euros (o equivalente a R$ 3.878, pelo câmbio da sexta-feira), para as substâncias mais simples. O registro das mais complexas podem custar mais de 20 mil euros (R$ 51.708).

1,5 mil
É o valor estimado, em euros, do registro de uma substância química simples na Agência Européia de Produtos Químicos
Apesar de o diretor executivo da Echa, Geert Dancet, dizer que não tem idéia dos efeitos da nova regulação, as empresas já estão fazendo as contas. Os reflexos vão ser muito grandes, estima o diretor-geral da Federação das Indústrias Químicas da Finlândia (Chemind), Hannu Vornamo. A principal é a consolidação do setor, com perdas de milhares de empregos.
“Apenas as grandes indústrias químicas sobreviverão”, acredita Vornamo. A justificativa são os altos custos para se fazer o registro, o que prejudicará seriamente os negócios de pequenas e médias empresas que atuam nesse segmento. “Muitas empresas vão trocar de fornecedor" destaca Emilia Wahlström, da consultoria Ecobio. Ela ressalta que os custos do registro acabarão sendo, inevitavelmente repassados para os consumidores. A competitividade das empresas vai ser afetada. Ela calcula que os custos de produção podem aumentar entre 6% e 20% no médio prazo. E não ficarão restritos ao setor químico.
A UPM-Kymenee, a maior fabricante mundial de papel para revista e de etiquetas para uso industrial, já está ciente de que seu custo de produção vai aumentar por causa do Reach. A empresa utiliza produtos químicos na produção de papel e celulose. “As principais preocupações são saber o impacto exato sobre os preços e a disponibilidade de produtos químicos”, diz a vice-presidente de assuntos ambientais, Marja Tuderman. No ano passado, a empresa faturou 10,04 bilhões de euros.
“É um bom negócio para os advogados”, diz, brincando, Liisa Rapeli-Likitalo, gerente da Kemira, um dos principais fornecedores de insumos químicos para a indústria papeleira e que tem, como grande cliente, a Klabin – presente em Santa Catarina com fábricas em Lages e Otacílio Costa. A empresa calcula que somente para se adequar às novas normas vai gastar o equivalente a 40 milhões de euros, ou 1,5% de seu faturamento anual. Os valores não incluem o trabalho desenvolvido internamente.
A Kemira já pesou os prós e contras das medidas. A executiva avalia que vai haver menos substâncias químicas disponíveis no mercado; um aumento nos preços de produtos que pode variar de 5% a 10%, no mínimo e dependendo das substâncias utilizadas; e a necessidade de adotar novos processoas de trabalho.

Reach

O que é?
Reach é a nova legislação sobre substâncias químicas da União Européia. É um regulamento que fixa as normas para registro, avaliação, autorização e restrição de produtos químicos

Os princípios
- Substituição de produtos perigosos por outros mais seguros
- Redução de testes em animais
- A indústria deve demonstrar que os produtos e seu uso são seguros antes de colocá-los no mercado
- O consumidor tem o direito de conhecer as características e os efeitos dos produtos que serão usados

o Brasil tem de se preocupar?
- Todas as substâncias exportadas para a União Européia estarão sujeitas às regras. Fabricantes na União Européia e exportadores terão o mesmo tratamento

O que não precisa ser registrado
- Material radioativo
- Substâncias em armazenamento em áreas alfandegárias, desde que não sofram nenhum tratamento e processamento
- Minerais
- Substâncias presentes na natureza
- Resíduos
- Medicamentos e os alimentos
- Substâncias cujo risco estimado é insignificante (água, oxigénio, etc)
- Substâncias utilizadas em pesquisa e desenvolvimento



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