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Joinville Quarta-feira, 18 de julho de 2007 Santa Catarina - Brasil

25º Festival de Dança - A Notícia

Programação






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Seminários de dança

Teatro Juarez Machado | www.festivaldedanca.com.br

26 de Julho

09h30 – Abertura Oficial

10h – Espetáculo Isabel Torres

10h30 – Conferência 1 – Biografia, História, Memória: escritas do eu e do outro, escritas da vida. Dra. Maria Teresa Cunha (Udesc)

11h20 – Conferência 2 – Os nomes próprios da dança brasileira. Dr. Roberto Pereira (UniverCidade-RJ)

14h – Ocorrências – Abertura – Dra. Sigrid Nora (UCS-RS)

14h15 – Ocorrência 1 – Personalidades femininas na dança do Recife: biografias e registros, histórias que contam uma história. Ms. Arnaldo Siqueira (UFPE)

14h45 – Ocorrência 2 – Dança, experiência e memória – na pesquisa e no palco. Ms. Vera Torres (UFSC)

15h15 – Ocorrência 3 – Fazendo histórias: experiências de pesquisa biográfica de dança no currículo de graduação. Ms. Airton Tomazzoni (UERGS - RS)

15h45 – Ocorrência 4 – Dança e pós Modernidade. Dra. Eliana Rodrigues (UFBA)

16h30 – Conferência: mapeamento rumos da dança Itaú Cultural. Sônia Sobral (Itaú Cultural-SP)

17h30 – Celebração (lançamento de livros)

27 de Julho

09h30 – Figuras da Dança – Renée Gumiel, a Vida na Pele; Maria Duschenes, o espaço do movimento; e Klauss Vianna, movimento expressivo. Inês Bogéa (USP)

10h – Conferência 1 – Não têm os dançarinos ouvidos nas pontas dos pés? Dra. Maria Bernadete Ramos Flores (UFSC)

10h50 – Conferência 2 – Territórios, fronteiras e o tempo que passa. Dra. Cássia Navas (Unicamp-SP)

14h – Ocorrências – Abertura – A pequena grande notável – Dra. Sandra Meyer (Udesc)

14h30 – Ocorrência 1 – Imagens da dança e do corpo: o Ballet da Juventude. Dra. Beatriz Cerbino (UniverCidade e Faculdade Angel Vianna-RJ)

15h – Ocorrência 2 – Recordança: estratégia para acessar e difundir registros de danças. Ms. Valéria Vicente (UFBA)

15h30 – Ocorrência 3 – Não tenho qualquer lembrança da vida sem balé. Eliana Caminada (E.E.D. Maria Olenewa-RJ)

16h – Ocorrência 4 – A fala da dança. Dr. Arnaldo Alvarenga (UFMG)

16h45 às 18h – Debates 28 de Julho

10h – Amostragens (mesa com os pesquisadores) – Abertura: Dr. Roberto Pereira

10h15 – Amostragem 1 – Um olhar sobre a história da dança cênica no Ceará. Ms. Rosa Primo (UFCE)

10h45 – Amostragem 2 – A constituição de uma prática artística: os caminhos de institucionalização da dança na cidade de Goiânia. Ms. Luciana Ribeiro (UFGO)

11h15 – Amostragem 3 – Mapeamento contextual da dança em Santa Catarina. Ms. Jussara Xavier (Udesc)

11h45 – Amostragem 4 – Narrativas de uma cidade: o jornal e a dança. Dra. Ítala Clay (UEAM)

12h15 – Amostragem 5 – Um olhar institucional sobre a história da dança contemporânea em Curitiba. Ms. Cristiane Wosniak (UFPR)

14h15 – Ocorrências – Arqueologia coreográfica x histórias incorporadas: memória num corpo vivo que dança. Dra. Sigrid Nora (UCS-RS)

14h40 – Espetáculo: danças de repertório – Companhia de Dança da Cidade (RJ)

15h40 às 16h15 – Síntese: professores doutores Sandra Meyer, Sigrid Nora e Roberto Pereira

 

 

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Cursos

Jazz infantil
Andréa Dias

Jazz júnior
Andréa Dias

Jazz intermediário
Soraya Bastos

Jazz avançado
Roseli Rodrigues

Dança Contemporânea intermediário
Paula Águas

Dança Contemporânea avançada
Paula Águas

Dança Contemporânea intermediário
Paulo Caldas

Dança Contemporânea avançado
Paulo Caldas

Balé Clássico intermediário
Manoel Francisco

Balé Clássico avançado
Eric Valdo

Balé Clássico avançado
Fauzi Mansur

Balé Clássico intermediário
Maria Angélica Fiorani

Balé Clássico intermediário
Ernesto Gadelha

Balé Clássico intermediário
Flávio Sampaio

Técnica de Pontas
Toshie Kobayashi

Técnica Masculina
Boris Stirojokov

Introdução ao Balé Clássico
Beth Durão

Balé Clássico iniciante
Sylvia Barreto

Balé Clássico intermediário
Ady Addor

Balé Clássico intermediário
Denys Nevidomyy

Sapateado intermediário
Flávio Salles

Sapateado avançado
Flávio Salles

Sapateado intermediário
Valéria Pinheiro

Concepção e Produção de Espetáculos
Fernanda Chamma/Deise Calaça/Andréa Renck

Sapateado avançado
Valéria Pinheiro

Dança e Consciência do Movimento para portadores ou não de deficiência
Teresa Taquechel

Método de Educação Musical - O Passo
Lucas Ciavatta

Danças Folclóricas Alemãs
Marcos Antônio
Von Muller
Berneck Murara

Didática de Dança para Crianças
Claudia Damasio

Composição Coreográfica para
Balé Clássico
Rodrigo Negri

Dança de Rua

Bernardo Stumpf
Orientação Coreográfica para Professores de Crianças
Ricardo Scheir

Composição Coreográfica para Dança Contemporânea
Ana Vitória

Dança Teatro (exercícios móveis)
Ana Kfouri

Dança de Rua
Julio Botoni

Gestão de Escolas e Academias de Dança
Valmor Rossetto/Marcos Kahtalian/Vanessa Ishikawa Rasoto/Nancy Malschitzky

Pas de Deux p/rapazes
Boris Stirojokov

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Locais dos cursos e oficinas

Escola do Teatro Bolshoi
Av. José Vieira, 315, centro (anexo ao Centreventos)
Fone 3422-4070

Cento de Convenções Alfredo Salfer (anexo ao Centreventos)
Fone 3433-2190

Casa da Cultura
Rua Dona Francisca, 800, centro
Fone 3433-2266

Cidadela Cultural Antarctica
Rua 15 de Novembro, 1.383, centro
Fone 3433-0137

Joinville Tênis Clube
Rua Aubé, 177, centro
Fone 3433-1470

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Preços dos ingressos

Noite de abertura
R$ 20,00 a R$ 80,00 (esgotados)

Noites competitivas
R$ 8,00 a R$ 30,00 (dias 19, 20, 22, esgotados)

Noite de Gala e Noite dos Campeões
R$ 16,00 a R$ 60,00 (esgotados)

Mostra Contemporânea
R$ 20,00

Meia-ponta
R$ 15,00 (dia 25, esgotados)

Informações
www.festivaldedanca.com.br
Fone (47) 3423-2500

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Feira da Sapatilha

Expocentro Edmundo Doubrawa
De 18 a 28, das 10 às 23h
Informações: (47) 3028-2020/ 3423-1010
feira@festivaldedanca.com.br

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Saiba onde encontrar serviços, locais turísticos e os palcos alternativos em Joinville

O mapa da cidade do festival

Jessé Giotti, bd, 16/2/2007

Do Mirante se vê boa parte de Joinville e da baía da Babitonga

Cleber Gomes, bd, 17/4/2007

História da cidade espera o turista no Museu da Imigração

Cleber Gomes, bd, 17/4/2007

Rua das Palmeiras, um dos principais pontos turísticos do município

Fabrizio Motta, bd, 19/4/2007

Muse de Arte de Joinville atrai pela arquitetura e pelas exposições

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Palcos abertos

Shopping Mueller
Rua Senador Felipe Schmidt, s/n, centro, de 19 a 27, às 11h30, 15 e 17h30

Shopping Cidade das Flores
Rua Mário Lobo, 106, centro, de 19 a 27, às 13, 15 e 17h

Giassi Supermercados
Rua Dr. João Colin, 762, América, de 19 a 27, às 17h

Praça Nereu Ramos
Centro, de 19 a 27, às 12, 13h30, 15, 16h30 e 17h30

Feira da Sapatilha
Expocentro Edmundo Doubrawa, de 19 a 28, às 11, 13, 15, 15h30 e 17h

Ancionato e Hospital Bethesda
Rua Conselheiro Pedreira, 624, Pirabeiraba, dia 19, às 15h30

Metrô Night Club
Rua Santa Isabel, 45, Itaum, dia 20, às 20h

Escola Marli Maria de Souza
Rua Éfeso, 514, Jardim Edilene, dia 21, às 15h

Hospital Regional
Rua Xavier Arp, s/n, Iririú, dia 23, às 14h30

Embraco
Rua Rui Barbosa 1.020, zona industrial, dia 24, às 8, 11h50, 17 e 0h30

Termotécnica
Rua Albano Shmidt, 2.570, Boa Vista, dia 25, às 13h

Docol
Av. Edmundo Doubrawa, 1.001, zona industrial norte, dia 26, às 14h15 e 15h

Secretaria do Estado de Desenvolvimento Regional
Rua Nove de Março, 817, centro, dia 27, às 17h

 

 

Internet

 

Conectus Cybercafé
Rua Dr. João Colin, 572, loja 3, centro, fone 3027-1606
R$ 4,00 a hora

Prosa.com
Av. Getúlio Vargas, 1446, bairro Anita Garibaldi, fone 3455-4336
R$ 4,00 a hora

Vini Cyber
Rua Visconde de Taunay, 235, centro, fone 3433-8781
R$ 4,00 a hora

Virtual Ponto.com
Travessa Bachmann, 147, sala 3, centro, fone 3423-2765
R$ 4,00 a hora

Virtual.com
Rua Mario Lobo, 106, salas 133 e 134, centro, fone 3453-3124
R$ 4,00 a hora

 

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Telefones úteis

Táxi - 24 horas
197 ou 3433-4444

Centreventos Cau Hansen
3025-2729

Polícia militar
190 ou 3431-8761
hospital dona helena
3451-3333

Hospital da unimed
3441-9555

Hospital são josé
3441-6666

Instituto Festival de Dança
Av. José Vieira, 315 (Beira-rio),
fone: (47) 3423-1010/
3028-2020
www.festivaldedanca.com.br

Fundação Cultural
Av. José Vieira, 315 (Beira-rio),
1o andar, fone: (47) 3433-2190
www.joinvillecultural.sc.gov.br

Prefeitura
Av. Herman Lepper, 10, centro
fone: (47) 3431-3233
www.joinville.sc.gov.br

Fundação de Promoção e Planejamento Turístico (Promotur)
Rua 15 de Novembro, 4.543
www.promotur.com.br

Central de Atendimento ao Turista (ao lado do mueller)
Fone: 0800-6435015

Casa da Cultura
Rua Dona Francisca, 800,
bairro Saguaçu
fone: (47) 3433-2266

Cidadela Cultural Antarctica
Rua 15 de Novembro, 1.383, América
fone: (47) 3433-0127
www.joinvillecultural.sc.gov.br

Aeroporto
Av. Santos Dumont, 9.000,
bairro Aventureiro
fone: (47) 3481-4000
www.infraero.gov.br

Rodoviária
Rua Paraíba, 769, Anita Garibaldi
fone: (47) 3433-2991
www.conurb.com.br

Shopping Mueller
Rua Pedro Lobo, 239, centro
fone: (47) 3451-8000
www.muellerjoinville.com.br

Shopping Cidade das Flores
Rua Mário Lobo, 106, centro
fone: (47) 3433-0758
www.shoppingcidadedasflores.com.br

Shopping Americanas
Av. Getúlio Vargas, 1.446
fone: (47) 3455-2199

Parque Zoobotânico
Pé do Morro da Boa Vista,
acesso pela rua Saguaçu
fone: (47) 3433-1230.

Pq. Ecológico Morro do Finder
Rua Antônio Horisth, no bairro Iririú, com vista para a Baía da Babitonga
fone: (47) 3431-3452
Parque Expoville
Principal acesso da cidade, às margens da BR-101, junto ao pórtico de entrada.
fones: (47) 3423-2633 e
(47) 3423-2244.

Rua das Palmeiras
Lateral da rua do Príncipe, centro

Museu Nacional de Imigração e Colonização (antigo Palácio dos Príncipes)
Rua Rio Branco, 229, centro
fones: (47) 3433-3736/
3453-3499.

Museu Arqueológico Sambaqui
Fone: (47) 3433-0114

Museu de Arte de Joinville
Rua 15, 1.400, bairro América
fone: (47) 3433-4677

Cemitério do Imigrante
Rua 15 de Novembro, 1000, quase esquina com a rua Blumenau

Barco Príncipe de Joinville
Reservas: (47) 3455-4444, e-mail: barcoprincipe@barcoprincipe.com.br, ou nas recepções dos hotéis (acesso pela rua Baltazar Buschle)

Mirante do Boa Vista
Alto do Morro do Boa Vista, com vista panorâmica de Joinville, Baía da Babitonga e São Francisco do Sul. Acesso pela rua Saguaçu

Museu Casa Fritz Alt
Rua Aubé, s/n - logo na entrada do bairro Boa Vista (próximo a indústria plástica Ciser), fone: (47) 3433-3811

Museu Nacional do Bombeiro
Na sede do Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville, na rua Jaguaruna, 13 - centro, fone: (47) 3433-2495

Museu da Bicicleta
Praça Monte Castelo, junto à Estação Ferroviária de Joinville, fone: (47) 3455-0372
www.museudabicicleta.com.br

Encontro das ruas
Big Bowlling, rua São Paulo, 185 – Centro – Fone: 3433-1233
www.bigbowllingjoinville.com.br

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pena filho

Negociação com Mikhail Baryshnikov foi longa, mas teve final feliz

A edição do aniversário de 25 anos do festival começou a ser preparado há mais de dois anos, tendo como meta principal trazer Mikhail Baryshnikov para Joinville. Não foi fácil. Concluída a complicada negociação, a notícia de que o bailarino russo estaria na cidade desencadeou telefonemas e e-mails de todas as partes do Brasil em busca de ingressos. O resultado não poderia ser diferente: os ingressos para a noite de abertura se esgotaram em menos de quatro horas.
“Já sabíamos que iria ser assim. A surpresa maior foi a rapidez com que as noites de gala e dos campeões foram lotadas”, comemora o presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz.
“O festival é uma coisa que não tem mais volta. Foi plantado para ser o sucesso que é. É um festival que compete com qualquer um no mundo, uma referência mundial. Se o evento continuasse crescendo em quantidade, seria como uma bolha: ia explodir. A administração teve esse cuidado. A triagem resultou na qualidade, sem perder em circulação, movimento, alegria para a cidade”, complementa a crítica de dança e conselheira do festival Suzana Braga, garantindo que os 25 anos serão comemorados com o nível que o evento merece.
Familiarizar os espectadores e os participantes com a história do festival está entre as principais metas da organização para este ano, revela a diretora executiva Iraci Seefeldt. “Esta edição vem com espetáculos de muitas caras, muitas linguagens, espalhados por toda a cidade. Será uma edição democrática e muito feliz, porque os 25 anos do festival são um orgulho para quem fez parte desta história.”

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Números da 25ª edição

4.500
participantes (entre estudantes e professores de dança)

170
horas de espetáculos

200 mil
é a expectativa de espectadores (em todos os palcos)

37
cursos e oficinas

2.120
vagas de cursos e oficinas

1.378
coreografias inscritas para as seletivas das três mostras

238
grupos (126 na Mostra Competitiva, 75 nos
palcos abertos e 37 no Meia-ponta)

15
Estados representados

4
Grupos do exterior (Argentina, Cuba, Armênia e Paraguai)

1.680
Apresentações, sendo 1.400 somente em palcos abertos

200
empregos diretos

500
empregos indiretos

R$ 3,3
milhões de orçamento

70
expositores na Feira da Sapatilha

80 mil
é a expectativa de pessoas circulando nos quatro mil metros quadrados da Feira da Sapatilha

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Uma festa com muitos convidados e atrações: são as bodas de prata do festival

A maratona vai começar

Betina Weber

fotos banco de dados

Cultura hip-hop será o foco do Encontro das Ruas, dias 21 e 22. Na foto, o grupo Fúria das Ruas, de Joinville

São 25 anos de relacionamento. Um matrimônio de caras e bocas, sorrisos, decepções, angústias e vibrações. Casamento que começou discreto e foi crescendo até se tornar o centro das atenções de 2,5 milhões de pessoas que, algum dia, sentiram de perto o que o amor à dança pode fazer. Com a faixa de maior Festival de Dança do Mundo pendurada no peito de Joinville, neste aniversário de 25 anos há muito o que comemorar. A festa começa hoje e só termina no dia 28, não se restringindo ao palco do Centreventos.
Para brindar as bodas de prata do Festival de Dança, a organização trouxe um dos três maiores bailarinos do século 20: o russo Mikhail Baryshnikov. Ao lado de sua companhia de jovens dançarinos, a Hell’s Kitchen Dance, ele é a grande atração da noite de abertura do evento.
Amanhã, a programação continua com o início da Mostra Competitiva. Nas categorias júnior, sênior e avançado, os bailarinos concorrem nos gêneros balé clássico, balé clássico de repertório, dança contemporânea, dança de rua, jazz, sapateado e danças populares. A mostra competitiva terá oito noites. No dia 28, os melhores se apresentam na Noite dos Campeões.
A Noite de Gala, no dia 23, promete ser gloriosa. Bailarinos de destaque que passaram pelos palcos de Joinville e hoje dançam em grandes companhias, no Brasil e no exterior, estarão reunidos em um único espetáculo. Cecília Kerche, presença histórica no evento, e o primeiro bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Vítor Luiz, são alguns dos integrantes do projeto inédito, coordenado pelo carioca João Wlamir, diretor-assistente do Balé Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Mais uma vez o festival abre espaço para os bailarinos iniciantes, de 10 a 12 anos. É o Festival Meia-ponta, no Teatro Juarez Machado. As apresentações serão nas tardes de 23, 24 e 25. O último dia do evento conta com a apresentação especial da Escola de Teatro Bolshoi no Brasil (ETBB), que aproveita o momento para estrear o balé “Chopiniana”.
Na Mostra de Dança Contemporânea, de caráter não-competitivo, se apresentam seis companhias profissionais. As exibições acontecem novamente no Teatro Juarez Machado, após os espetáculos da Mostra Competitiva. É a chance de conferir novas propostas coreográficas e ousadias visuais.
Para quem não conseguiu ingressos ou está sem tempo para assistir às performances no Centreventos, uma opção são os palcos abertos, instalados em praças, bairros, centros comerciais e empresas. E tem também o Encontro das Ruas, um espaço para a cultura hip-hop, é atração dos dias 21 e 22 no Big Bowlling.
Para quem pretende se aperfeiçoar, a organização disponibilizou 37 cursos e oficinas, com profissionais renomados de cada área. Quem prefere debater pode se inscrever nos seminários de dança, e quem só quer descansar, comprar, comer ou conversar, poder recorrer à Feira da Sapatilha.

betina.weber@an.com.br


Galpão 1 Erika Novachi brilhou na Noite dos Campeões de 2006

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Ao lado de sua companhia de jovens bailarinos, Mikhail Baryshnikov abre o Festival de Dança

As boas-vindas do mestre

Poliana Santos

pena filho

Mônica (E), Jovani e Thaís agradaram a Baryshnikov (de preto) e dançarão na noite de abertura

A companhia Hell’s Kitchen Dance foi formada no ano passado pelo bailarino russo Mikhail Baryshnikov, que criou o Baryshnikov Arts Center (BAC) no novo complexo de artes 37 Arts, em Nova York. A companhia é composta por 14 bailarinos e busca promover novos talentos, oferecendo bolsas de estudos, residências e espaço para trabalhar, com apoio de mentores artísticos.
É com este grupo que Baryshnikov abre hoje, no Centreventos Cau Hansen, o Festival de Dança de Joinville. Mas com uma mudança. A viagem inesperada das dançarinas Jodi Melnick e Hristoula Harakas, que voltaram para Nova York ainda na segunda-feira, depois de receberem a notícia da morte do noivo de Jodi, comprometeu o programa original da companhia.
Com o desfalque, o dançarino William Briscoe apresentará o solo “Rom”, coreografado por Aszure Barton. Três alunos da Escola do Balé Bolshoi no Brasil dançarão um trecho do balé “O Quebra-nozes”, apresentado ao bailarino russo na manhã de segunda-feira. Segundo a assessoria da Hell’s Kitchen Dance, Baryshnikov convidou os jovens bailarinos para dançar, por achar que o que viu "tem tudo a ver com o espírito do Festival de Dança".
As peças “Years Later” e “Come In” continuam no programa. Ontem, Baryshnikov confirmou que Jodi e Hristoula voltarão de Nova York para as apresentações no Rio de Janeiro (20) e em São Paulo (24 e 25).

poliana.santos@an.com.br

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Três peças, três emoções diferentes

Nancy j. Parisi, divulgação

Na coreografia "Years Later", Baryshnikov assiste a si próprio dançando quando jovem

A apresentação da companhia Hell’s Kitchen Dance começa com “Years Later” (Anos Depois), do francês Benjamin Millepied, coreógrafo e também dançarino principal do New York City Ballet. Mikhail Baryshnikov dança consigo mesmo, com imagens de vídeos suas, aos 16 anos, no Ballet Kirov, da Rússia, quando iniciou sua carreira profissional. A idéia da peça é que passado e presente da vida do dançarino dialoguem na cena. Os vídeos foram criados e manipulados por Olivier Simola permitem que Baryshnikov observe, do palco escuro, a si mesmo dançando numa praia deserta.
O tempo da coreografia é acelerado na projeção, transformando as piruetas de Baryshnikov em movimentos impossíveis de ser executados. Ao som de Philip Glass, Meredith Monk e Erik Satie, Baryshnikov executa seu solo no palco ao mesmo tempo em que sua sombra é projetada na tela. A dançarina e coreógrafa Aszure Barton participa desta apresentação.
Em “Rom”, coreografada pela canadense Aszure Barton, Willian Briscoe faz um solo. A peça substitui “Leap to Tall”, retirada do programa devido a problemas com uma das integrantes da companhia. Briscoe começou a dançar aos dez anos e se formou na Julliard School em 2003. Esta é a segunda temporada ao lado da Hell’s Kitchen Dance. Outra peça que entrou no programa é o pas-de-trois do segundo ato do balé “O Quebra-nozes”, apresentado por Mônica Gross, Thaís da Silva, e Jovani Furlan, todos bailarinos da Escola do Balé Bolshoi no Brasil.
A peça de encerramento é “Come In”, da canadense Aszure Barton. Baryshnikov aparece vestido de cinza, em contraponto aos trajes negros dos demais bailarinos, que são alunos da Julliard School e da New York University. A música é de Vladimir Martynov, acompanhada do incessante tique-taque do relógio.

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Programação

"Years Later"

Coreografia
Benjamin Millepied (2006)

Música
Philip Glass - "Saxophones", Meredith Monk - "St. Petersburg Waltz & Urban March", Erik Satie - "Gnossiennes: nº 1 e 3"

Vídeos
Olivier Simola

Iluminação
Leo Janks

Figurinos
Diana Berg

Dançarino
Mikhail Baryshnikov

Duração
Aproximadamente 17 minutos

Pas-de-trois do 2o ato do balé "O Quebra-nozes"

Bailarinos
Mônica Gross, Thaís da Silva, e Jovani Furlan

Duração
Aproximadamente três minutos

"Rom"

Coreografia
Aszure Barton (2006)

Dançarino
Willian Briscoe

Duração
Aproximadamente 4 minutos

"Come In"

Coreografia
Aszure Barton (2006)

Música
Vladimir Martynov - "Come In"

Gravação
Kremerata Baltica Chamber Orchestra

Figurinos
Diana Berg

Dançarinos
Mikhail Baryshnikov, Aszure Barton, Jonathan Alsberry, William Briscoe, Lesley Kennedy, Na-Ye Kim, Doug Letheren, Shamel Pitts, Emily Proctor, Ian Robinson, Kyle Robinson, Cynthia Salgado e Ashley Wailes Wallace

Duração
Aproximadamente 30 minutos

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Lenda que não pára

Em movimento constante, Mikhail Baryshnikov fez da dança um trampolim para novos desafios

Poliana Santos

Lenda viva da dança, ícone internacional, Pelé de sapatilhas, maior expoente do balé mundial em atividade ou, simplesmente, Deus da dança. Seja qual for o adjetivo, Mikhail Baryshnikov é sinônimo de dança. Dos grandes clássicos do balé à dança moderna, ele interpretou mais de cem papéis em sua carreira, à frente das mais importantes companhias do mundo.
Baryshnikov começou a estudar balé aos 12 anos, incentivado pela mãe. Mesmo gostando de futebol e natação, foi matriculado na escola da cidade onde morava, Riga, na Letônia. Aos 15 anos ingressou no balé de Leningrado e aos 18 virou profissional no Ballet Kirov. Sua estréia foi apresentando “Giselle”. Em 1974, excursionou pelo Canadá e resolveu escapar do controle comunista pedindo asilo político em Toronto. Nesta época seu talento já era reconhecido, tornando-o o bailarino mais disputado e caro do mundo.
O sucesso internacional começou nos Estados Unidos, ao dançar no American Ballet Theater, de 1974 a 1979 – companhia da qual se tornou diretor mais tarde –, e também no New York City Ballet. Dançou com o Royal Ballet e com o Ballet da Ópera de Paris, e participou do White Oak Dance (1990-2002), com peças da dança americana moderna, sempre estimulando jovens coreógrafos. O compromisso com os novos talentos surge na companhia que criou em 2006, a Hell’s Kitchen Dance.
Surpreendendo e encantando, Baryshnikov se tornou eclético por sempre buscar desafios em diferentes linguagens e pela liberdade do movimento. Após misturar balé clássico, dança moderna e contemporânea, ele vai encarar outro desafio: assim que encerrar a turnê pelo Brasil, se dedicará ao teatro. Apresentará quatro peças não-verbais de Samuel Beckett, de dezembro a janeiro, no New York Theatre Workshop.
Citado freqüentemente como um dos três maiores bailarinos do século 20, ao lado dos também russos Vaslav Nijinsky (1890-1950) e Rudolf Nureyev (1938-1993), Misha (como é chamado pelos amigos) tem uma filha, Alexandra Baryshnikova, nascida em 1981, com a atriz Jessica Lange, e três filhos, Sofia, Anna e Peter, com a bailarina e companheira Lisa Rinehart.
Ele continua em forma, treinando de seis a sete horas por dia. “Mudamos o tempo todo, nos tornamos diferentes a cada época. O importante é ouvir as mensagens enviadas pelo corpo e saber o que é possível ou não fazer”, declarou recentemente à revista americana “Dance Magazine”.
Brindado pela crítica ao longo da carreira na dança, Mikhail Baryshnikov também fez sucesso como ator no teatro, cinema e na TV. Apesar de muitos acreditarem que estreou no cinema em “Momento de Decisão” (1977), ele gosta de ressaltar que fez um filme na Rússia, “Fiesta”, baseado num conto de Ernest Hemingway. Na telona, sua performance mais lembrada é ao lado do também bailarino e ator Gregory Hines em “O Sol da Meia-noite”, de 1985.

poliana.santos@an.com.br

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Entrevista - Mikhail Baryshnikov

Helena Katz
Agência Estado/São Paulo

Mikhail Baryshnikov falou por telefone à Agência Estado do centro que planejava criar desde 2001, e que conseguiu inaugurar em 2005, em Manhattan, o Baryshnikov Arts Center (BAC). Situado na região conhecida como Hell’s Kitchen, localiza-se no complexo 37 Arts no 450W da Rua 37. Foi com o nome da região onde está instalada que a companhia foi batizada.

Qual a diferença entre a sua outra companhia, a White Oak, que tinha a proposta de dançar os clássicos da contemporaneidade, e a Hell’s Kitchen?
Mikhail Baryshnikov
– São mesmo dois tipos de companhias distintas. A White Oak era uma companhia permanente e o elenco agora é formado quase que exclusivamente por jovens muito talentosos que ainda estão terminando sua formação nas suas escolas, a Juilliard e a Tisch. Como eles são, ainda, estudantes, ensaiamos nos seus horários de folga, e só conseguimos viajar e fazer temporada no verão, época das férias escolares. Há um outro traço também, que é o fato de ela dançar obras criadas no Centro, seja por coreógrafos que fizeram residência aqui, como Benjamin Millepied, o grande solista do New York City Ballet, ou peças que produzo aqui, como as de Aszure Barton e Donna Uchizono, que estreamos no ano passado.

Para quem já dançou com estrelas de todos os tipos de dança, como é dançar cercado por jovens promissores?
Baryshnikov
– Gosto muito de dançar com os jovens. Ajuda a diminuir a separação entre gerações e também faz parte dos objetivos que tenho com a minha fundação. Quero tentar ajudar jovens artistas a vencer em Nova York, sejam da dança, do teatro, da música, das artes visuais, do cinema ou do design.

Como esses jovens talentosos chegam à companhia?
Baryshnikov
– Quando são estudantes, as informações vêm das escolas e dos professores. Mas todos fazem audição para entrar.

Ainda é mesmo necessário fazer aula todo dia?
Baryshnikov
– Sim, especialmente quando estou em cena, como agora. Às vezes, ensaio com a companhia, às vezes, sozinho. Depende de os meus horários combinarem com os deles. Às vezes, vou fazer aula no New York City Ballet e noutras, simplesmente, entro na aula de um desses professores que você paga por aula. Na minha idade e com a minha experiência, não penso que ainda vou aprender algo. O que busco é manter uma certa condição física.

Foi muito difícil enfrentar os problemas com o joelho que terminaram em cirurgias?
Baryshnikov
– Tive muita sorte em poder ser atendido por médicos muito bons, que souberam cuidar de mim com tanta competência que consegui continuar mantendo o meu padrão, que é fazer tudo 100%. Afinal, já faz tempo que não faço mais variações clássicas, em que é necessário saltar muito.

Com uma agenda como a sua, sobra tempo para ser avô?
Baryshnikov
– Como minhas netas não moram longe de mim, consigo, sim, conviver com elas. Ser avô é mesmo como dizem: todos os prazeres e nenhuma das responsabilidades.
Também faz parte dessa agenda sair de casa para assistir dança?
Baryshnikov – Assisto muita dança contemporânea, é o que mais faço. Sigo a carreira de muitos dos coreógrafos de downtown (referindo-se à dança do circuito off), e também acompanho os processos de todos que vêm para residência no Centro.

A fotografia ainda o interessa?
Baryshnikov
– Sim, e muito. Durante muitos anos fotografei em preto-e-branco com a mesma câmera de 35 mm, e o que me atraía eram fotos do cotidiano e fotos de viagem. Faz pouco tempo, comecei a fotografar movimento e dança, diferentes tipos de dança.

Conhece o evento de Joinville onde vai se apresentar?
Baryshnikov
– Muito pouco. Sei somente de alguns nomes que já se apresentaram lá. Mas estou muito animado em voltar ao Brasil, pois guardo recordações de bons amigos que fiz por lá, que espero reencontrar, e das platéias, sempre muito calorosas. Estou muito curioso em ver qual será a recepção ao trabalho que faço agora.

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Confira Baryshnikov...

No cinema
“Le Mystere Babilee” (2001)

“Company Business” (1991)

“The Cabinet of Dr. Ramirez” (1991)

“Dancers” (1987)

“That’s Dancing!” (1985)

“O Sol da Meia-Noite” (1985)

“When I Thing of Russia” (1980)

“Momento de Decisão” (1977)

“Fiesta” (-)

Na internet
www.baryshnikovdancefoundation.org

http://bravonline.abril.com.br/indices/teatroedanca/teatroedancamateria_239333.shtml?printpage
http://lightning.prohosting.com/shicoff/misha.html

Em livro
“A Critical Biography of Mikhail Baryshnikov”,
de Joan Acocella

Na TV
“Sex and the City” (Baryshnikov participou
de nove episódios entre 2003 e 2004)

No teatro
Na Broadway, integrou a peça “Metamorfose”, de Kafka

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Nesses 25 anos de Festival de Dança, não faltaram clicks de encher os olhos

Imagens de uma história brilhante

Da Harmonia Lyra para o Centreventos Cau Hansen. De cinco dias de apresentações para 11. De 600 bailarinos para quase cinco mil. De um evento razoavelmente modesto ao maior festival de dança do mundo. Essa é a trajetória do Festival de Dança de Joinville, que, nos últimos 24 anos, encantou 2,5 milhões de espectadores e inscreveu seu nome até no "Guiness Book".
Para comemorar o jubileu de prata do evento, o AN Festival faz um resgate de imagens que ilustram esta longa história de talento, beleza, suor, superação e muitos, muitos aplausos.


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Bailarinos falam da experiência de dançar no maior evento mundial da dança

Emoção para toda a vida

Michelle Bindemann

No palco, corpos leves, movimentos precisos e expressões marcantes sob os holofotes. Na platéia, olhos atentos e muita vibração. Essa é a magia que envolve o Festival de Dança de Joinville há 25 anos. A emoção de dançar nesse palco famoso é unânime entre os bailarinos. Há até uma comunidade do Orkut (“Eu dancei no Cau Hansen”) que mostra um pouco do sentimento dos cerca de 90 mil dançarinos que já passaram pelo evento.
Bailarino, coreógrafo, espectador, jurado e conselheiro. Jair Moraes, 59 anos, já participou do Festival de Dança de Joinville de muitas formas. Na primeira edição, na Harmonia Lyra, ele integrou o júri. Na segunda edição, no Ginásio Ivan Rodrigues, Jair dançou. Em 1985, estreou como coreógrafo. Apesar de conhecer os palcos do mundo todo, tem grande carinho pelo do festival. “Foi onde eu tive a verdadeira oportunidade de mostrar meu trabalho como coreógrafo”, conta ele, que é professor na Escola de Teatro Bolshoi no Brasil.
Caroline Poffo, 16 anos, não esconde a empolgação de ter realizado o sonho de dançar na Mostra Competitiva do festival. “Dançar no palco principal do Festival de Dança foi, sem dúvidas, um dos melhores momentos da minha vida”, garante. Desde que começou no balé, aos 12 anos, na Casa da Cultura, seu grupo tentava passar na seletiva. Em 2005, quando conseguiu, a alegria foi imensa. “A sensação de saber que iríamos pisar no palco onde passaram as grandes bailarinas do mundo é inexplicável”, conta. “Os momentos que vivi no festival, em 2005, vão ficar gravados para a vida toda.”
No ano passado, o carioca Irlan Santos ganhou o prêmio de melhor bailarino do Festival de Dança. Apesar de já ter vencido o Youth America Grand Prix, em Nova York, onde representava o Brasil, ele considera o prêmio em Joinville tão importante quanto o americano. “A emoção de vencer em Joinville foi muito grande. Esse festival tem muito glamour. Onde quer que ando, ouço os bailarinos falando do evento”, revela Irlan, que apresentará o pas-de-deux "Chamas de Paris" ao lado de Amanda Rosa na Noite de Gala. “É uma satisfação muito grande. Não existem palavras para expressar”.

arquivo pessoal

Em 2005, Caroline realizou o sonho de dançar no palco principal

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Ex-bailarina cresceu junto com o evento

cleber gomes

Raquel Steglich, de Joinville para Moscou

Em 10 de julho de 1983, começava o 1º Festival de Dança de Joinville. Um dia depois, nascia Raquel Steglich, a primeira bailarina brasileira a ingressar no Corpo de Baile do Teatro Bolshoi, na Rússia. Aos dez anos, ela já estava nos palcos alternativos. Também foi a “bailarina-flor”, a menina que entregava premiações e homenagens.
Em 1998, Raquel estreou no palco principal do festival. Depois do ano que permaneceu em Moscou, ela trocou a dança pela medicina. Agora, participará do festival apenas como espectadora. “Vou assistir todos os dias, como sempre fiz. Eu amo e sempre vou amar a dança”, diz.

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Marcela e Adri, dois nomes que estarão ao lado dos leitores do AN Festival

Palavras em movimento

Jessé Giotti

Para Marcela Benvegnu, "pela crítica é possível informar para formar todos aqueles que se interessam pela arte da dança"

Na análise, uma maneira de informar

Jornalista com pós-graduação em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBa) e mestranda em Comunicação e Semiótica pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, Marcela Benvegnu atua desde 2002 como crítica de dança, palestrante e jurada. Na 25ª edição do festival de Dança de Joinville, ela será crítica do AN Festival.
“Estar novamente em Joinville é a certeza de termos desenvolvido um bom trabalho no ano passado. Atrelar conceitos teóricos a um evento que, em sua maioria, é formado por prática é muito importante. Por meio das críticas é possível informar para formar não somente bailarinos, mas todos aqueles que se interessem um pouco mais pela arte do movimento”, interpreta Marcela, também integrante da Cia. de Dança Christiane Matallo, de Campinas.
No ano passado, lançou o livro “Na Dança” pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo com outras jornalistas especializadas. Em breve planeja publicar um livro sobre a história do jazzdance.
Entre os eventos em que atuou, destacam-se o Dança Ribeirão, Floripa In Jazz, Temporada de Balé Russo de São Paulo, Festival Internacional de Sapateado de Campinas, Sapateia São Paulo, Entreamigos Festival de Dança e Corpo Rastreado.

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banco de dados

"Colunismo social é uma paixão, e não um trabalho", diz Adri Buch, que vai retratar os fatos e as pessoas que fazem o festival

Nos bastidores, a atenção aos detalhes

Adriana Buch, mais conhecida por Adri Buch, já fez muitas coisas na vida. Foi professora de crianças e adultos, organizadora de eventos, decoradora. Na área de comunicação, é uma colunista que transita pelos eventos e pelos assuntos do mundo vip de Joinville. Desde o final de junho, Adri assina a coluna "Seu Estilo" no caderno AN Cidade, que circula em Joinville e região encartado em A Notícia.
Durante os dez dias de Festival de Dança, ela vai encarar outro desafio: será colunista social do AN Festival. "O colunismo social é uma paixão que realizo há mais de três anos", resume.
Admiradora de Mônica Bergamo ("Folha de S. Paulo"), Danuza Leão e Amaury Jr., Adri cobriu eventos em Joinville, Florianópolis, São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Esteve em grandes momentos, como a cobertura do Carnaval e nos shows dos astros Lenny Kravitz e Diana Krall. "Gosto de levar aos leitores cultura, arte, entretenimento, fatos, conquistas e realizações dos joinvilenses", diz.
Sempre atenta aos detalhes, Adri pretende levar as curiosidades, os bastidores, os preparativos dos bailarinos, os olhares da platéia, enfim, o que acontece em frente atrás das cortinas. "É com grande alegria que realizo pela segunda vez a cobertura do o Festival de Dança", completa.



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